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	<title>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</title>
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	<description>Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ</description>
	<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 23:04:49 +0000</pubDate>
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		<title>Nosso carnaval</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 21:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Todos os anos, no final de fevereiro, o pensamento da maioria dos brasileiros é um só: Carnaval! Há os que sonham com o Carnaval o ano inteiro. Três dias de prazer descontraído, de música e de folia atrai mesmo&#8230;
Todavia, há muitos que consideram o Carnaval um absurdo. Falam, criticam, denunciam&#8230; Há também os indiferentes, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, no final de fevereiro, o pensamento da maioria dos brasileiros é um só: Carnaval! Há os que sonham com o Carnaval o ano inteiro. Três dias de prazer descontraído, de música e de folia atrai <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 4px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/carnaval_mascara.jpg" alt="" width="178" height="178" />mesmo&#8230;<br />
Todavia, há muitos que consideram o Carnaval um absurdo. Falam, criticam, denunciam&#8230; Há também os indiferentes, que não praticam mas também não criticam. Eu pessoalmente sou favorável ao carnaval. Acho que devemos celebrar o carnaval aqui em nossa igreja e em todas as igrejas; e não só nesta data, mas continuamente! Aliás, é o que temos feito, com mais ou menos empenho&#8230;</p>
<p>Agora, antes que eu seja mal compreendido e despojado do ministério, quero explicar <span id="more-305"></span>que há uma grande diferença entre a maneira como nós os cristãos celebramos o carnaval e a maneira como transcorre o Carnaval oficial no mundo.</p>
<p>O Carnaval tem sofrido muitas mudanças no transcorrer dos anos. Nós devemos celebrar o carnaval da maneira tradicional dos velhos tempos. Vamos entender.</p>
<p>A palavra “carnaval” significa<em> adeus à carne</em>. E, neste sentido, a igreja de Cristo sempre ensinou e praticou o carnaval. Veja, por exemplo, estes ensinos dos apóstolos.</p>
<p>Paulo escreveu aos Romanos que <em>“os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito”.</em> E acrescentou: <em>“&#8230; o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz&#8230; Os que estão na carne não podem agradar a Deus”</em> (Rm 8.5-8). Visto que o desejo de todo cristão verdadeiro é agradar a Deus, ele fará o seu carnaval, ou seja, dirá adeus à carne. Não será nada fácil, porque, como escreveu o mesmo apóstolo,<em> “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que porventura seja do vosso querer”</em> (Gl 5.17).</p>
<p>Foi Paulo também quem recomendou aos cristãos de Colossos:<em> “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lascívia, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”</em> (Cl 3.5).  Essa <em>“natureza terrena” </em>é o que o apóstolo chamou de<em> “carne”</em> nas passagens anteriormente citadas. Ele está dizendo que a <em>“natureza terrena”</em>, a <em>“carne”</em>, que pende para o pecado, que puxa para o mal, pode e deve ser enfraquecida sistematicamente, até à inanição. Assim o Espírito vencerá a luta! É o carnaval! Ver Rm 8.13.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O que aconteceu com o Carnaval?</strong></p>
<p>Na Idade Média, a Igreja estava em um nível moral e espiritual muito baixo. Os ensinos da Palavra de Deus foram negligenciados e esquecidos. Por esse tempo, os cristãos mais conscientes resolveram se abster dos peados da carne pelo menos por uns quarenta dias antes da celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, na chamada Semana Santa. Seria um carnaval de quarenta dias.</p>
<p>Não demorou muito e algumas pessoas, considerando que teriam um prolongado jejum da carne, começaram a fazer uma festa de despedida da carne. Queriam aproveitar ao máximo os prazeres da carne, antes de se despedirem dela&#8230; Com o passar do tempo, o jejum de quarenta dias foi caindo no esquecimento, mas a festa continuou. Consequentemente, o carnaval deixou de ser um adeus à carne e se transformou num bem-vindo à carne.</p>
<p>Irmãos, nossa palavra final é um convite para o carnaval, para um carnaval verdadeiro e permanente, no seu sentido original: um adeus à carne. Porque<em> “os que estão na carne não podem agradar a Deus”</em> (Rm 8.8).</p>
<p>Veja também esta exortação do Apóstolo Pedro:<em> “Amados, exorto-vos&#8230; a vos absterdes das paixões carnais que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios&#8230;”</em> (I Pe 2.11-12). Esse carnaval deve continuar!</p>
<p>Pr. Éber Lenz César, Boletim da Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 07/02/2010</p>
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		<title>Você gosta e holofotes?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 21:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na infância, quase sem exceção, todos têm medo do escuro. Às vezes, depois de adultos também. Admita! Em certos casos, esse medo é justificável e protetor. No sentido metafórico, então! 

Treva na Bíblia
A Bíblia fala do escuro ou da treva no sentido físico, comum, mas também no sentido metafórico; da luz também, em ambos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na infância, quase sem exceção, todos têm medo do escuro. Às vezes, depois de adultos também. Admita! Em certos casos, esse medo é justificável e protetor. No sentido metafórico, então! <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/holofote_sobre_biblia.jpg" alt="" width="190" height="148" /><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Treva na Bíblia</strong></p>
<p>A Bíblia fala do escuro ou da treva no sentido físico, comum, mas também no sentido metafórico; da luz também, em ambos os sentidos. Treva é ausência de luz; nela, não se vê nada; metaforicamente, treva significa ignorância; é a condição física e espiritual mais favorável à prática do pecado. O apóstolo Paulo escreveu aos cristãos Efésios:<em> “&#8230; não vivam mais como os pagãos&#8230; As mentes deles estão na escuridão&#8230; Antigamente vocês mesmos viviam na escuridão, mas, desde que se tornaram povo de Deus, estão na luz. Por isso vivam como gente que pertence à luz&#8230;”</em> (Ef 4.17-19; 5.8, Bíblia Linguagem de Hoje).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Luz na Bíblia</strong></p>
<p>A luz é<span id="more-306"></span> uma <em>“radiação eletromagnética, capaz de provocar sensação visual numa pessoa normal”</em> (Aurélio); a luz, ao contrário das trevas, não esconde; ela mostra. No sentido metafórico, significa verdade, conhecimento, pureza, santidade. Assim, quando o apóstolo João escreveu que<em> “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma”</em>, ele estava dizendo que Deus é a essência da verdade, da pureza e da santidade, e que nele não há nenhum erro, nenhum pecado ou maldade. Deus é assim!</p>
<p>Uma das profecias do Velho Testamento referentes ao nascimento do Messias é de especial beleza e significado:<em> “O povo que and ava em trevas viu grande luz&#8230;”</em> (Is 9.2). Jesus identificou-se como Messias e Filho de Deus. Como tal, e vivendo sem pecado, ele pôde declarar: <em>“Eu sou a luz do mundo; quem me segue, não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida”</em> (Jo 8.12).<br />
Relacionamento ou comunhão?</p>
<p>Podemos associar estas palavras de Jesus, registradas no evangelho de João, com o que o mesmo apóstolo escreveu em sua primeira epístola, na sequência da passagem já citada: <em>“Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos&#8230; Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”</em> (I Jo 1.5-7).</p>
<p>João refere-se a uma mentira aparentemente muito comum em nossa sociedade. Igrejas também? Ninguém pode dizer que crê em Deus, que ama a Deus, que tem comunhão com Deus e, ao mesmo tempo, andar nas trevas, no pecado.</p>
<p>Muitos têm, sim, um relacionamento com Deus que talvez não passe de mera religiosidade.  Mas não têm comunhão com Deus! Marido e mulher, quando se casam, selam uma relação e também, mormente, uma comunhão. (Estranho é que, prevendo um futuro escuro, estão evitando a “comunhão de bens”!). Com o tempo, lamentavelmente, muitos suportam a relação (até onde der) sem comunhão. Há casais que não mais se falam, sequer! Assim também, há “cristãos” que têm alguma relação com Deus; não comunhão! Por isso, sua vida não é muito diferente da dos demais&#8230;<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Benefícios da luz.</strong></p>
<p>Há quem goste de palco, de holofotes, de fama e dinheiro. Essa gente do “BigBrother”, por exemplo. Mas estes holofotes geralmente brilham em ambientes nada santos e acabam deteriorando o caráter dos menos escrupulosos e mais ambiciosos. “Pagando bem, tudo bem!” (Não sei de que se trata. Não vi o filme).</p>
<p>No palco da fé e da igreja, o “holofote” de Deus incide sobre os crentes para colocá-los em comunhão com Deus e uns com os outros; e também para mostrar-lhes o que ainda está errado em sua vida e santificá-los.<br />
É disto que João está falando:</p>
<p>(1) Se é mentira dizer que mantemos comunhão com Deus, quando ainda estamos andando nas trevas, então, por contraste, é verdade que, andando na luz, temos comunhão com ele. E isso, claro, significa paz, alegria, força&#8230;</p>
<p>(2) A comunhão com Deus aprofunda nossos relacionamentos com os outros que, como nós, estão andando na luz. “&#8230; se andarmos na luz&#8230; temos comunhão uns com os outros&#8230;”</p>
<p>(3) Por fim – que bênção! – sob essa luz, vemos nossas próprias imperfeições, os pecados que ainda cometemos. Quanto mais luz, mas os percebemos. E, porque estamos em comunhão com Deus e com os irmãos, temos um profundo e sincero desejo de corrigi-los. Desse modo, “o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado”.</p>
<p>Se é o seu caso, saia das trevas ou que seja da penumbra. Busque deliberadamente a luz de Deus – lendo a Bíblia (que aliás é “luz para os nossos caminhos”), orando, ouvindo as pregações e adorando. Rejeite decididamente as “obras infrutíferas das trevas”.</p>
<p>Pr. Éber César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 24/01/2010</p>
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		<title>Nossos ministérios (Introdução)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Somos gratos a Deus por essa presente revitalização dos nossos Ministérios (01/2010).  Certamente, com a bênção de Deus e a dedicação de todos, faremos  muito mais, para a glória de Deus, benefício de muitas vidas e  alegria de todos. A propósito, lembremos que o ser é mais importante que o fazer. Por isso, na folha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos gratos a Deus por essa presente revitalização dos nossos Ministérios (01/2010).  Certamente, com a bênção de Deus e a dedicação de todos, faremos  muito mais, para a glória de Deus, benefício de muitas vidas e  alegria de todos. A propósito, lembremos que o ser é mais importante que o fazer. Por isso, na folha que distribuímos, com o organograma dos ministérios, sugerindo que cada um escolhesse as áreas em que deseja atuar, escrevemos algumas condições: conversão genuína; compromisso sério com Deus, com Cristo e com sua Igreja; compreensão e consciência da missão da Igreja no mundo; desejo, propósito, entusiasmo, determinação e responsabilidade. Evidentemente, isto inclui ou mesmo requer leitura regular da Bíblia, muita oração e santidade de vida, como tantas vezes temos pregado.</p>
<p>A vida cristã é um desafio; levada a sério, e com  serviço, nem se fala. Mas  é a vida que vale a pena; é a que agrada a Deus e abençoa o mundo! Veja I Ts 4.1.</p>
<p>Vale lembrar aqui o texto do sermão de domingo passado (Êx 8.20ss): Os hebreus ainda estavam no Egito, sofrendo muito como escravos. Deus ouviu seu clamor e mandou Moisés dizer ao Faraó:<br />
“Deixa ir o meu povo para que me sirva no deserto”.</p>
<p>Os hebreus seriam libertos da escravidão não apenas para seu alívio e deleite, mas também para servir! Somos libertos da escravidão do pecado para servir a Cristo e ao seu Reino, a despeito das dificuldades que porventura encontremos nos desertos da vida.  Pasulo escreveu aos Tessalonicenses: “&#8230;vos convertertes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro”(I Ts 1.9).</p>
<p><img class="alignright" style="border: 1px solid black; float: right; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/banner_proposito.jpg" alt="" width="185" height="393" /></p>
<p>Temos um <strong>Propósito</strong> maravilhoso, bíblico, simples, dado pelo Senhor da igreja. Nós ape</p>
<p>nas juntamos textos e palavras.</p>
<p>Nosso organograma de Ministérios é o mais simples possível, e está em processo de elaboração e adaptação. Estamos sempre buscando a direção de Deus. São apenas uma organização visando a melhor definição de áreas de serviço, metas específicas e o envolvimento do maior número possível de membros e congregados desta amada e corajosa igreja.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Oração<br />
Louvor<br />
Ensino<br />
Casais<br />
Juventude<br />
Mulheres da Luz<br />
Pequenos Grupos<br />
Celebrações<br />
Evangelização e Ação Social</strong><span id="more-304"></span></p>
<p>Posteriormente, pode ser que tenhamos que adicionar Administração, ou seja, especificá-la melhor. Mas entendemos que a Junta Diaconal, sobretudo, e as equipes dos ministérios relacionados, cada uma em seu setor, poderão  cuidar para que haja ordem na casa de Deus”.</p>
<p>Durante o mês de fevereiro (2010), o pastor e o Pb. Marcelo Lima, Vice-presidente do Conselho, estarão se reunindo com os Coordenadores dos Ministérios e, mais à frente, com estes e as equipes para fechar a programação do ano. No primeiro domingo depois do Carnaval (21/02), o pastor iniciará um série de mensagens sobre estes nossos Ministérios.</p>
<p>Como pode ver na lista ao lado, começamos com Oração e desembocamos na Evangelização e  Ação Social, serviço aos necessitados, seja de salvação, alimento, roupa, saúde, amizade ou um simples abraço.</p>
<p>Até agora, 39 irmãos preencheram a folha assinalando as áreas em cada Ministério onde desejam atuar. Se você ainda não o fez, não perca esse privilégio e bênção. Disponibilizamos mais folhas no balcão de entrada.</p>
<p>Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 31/01/201</p>
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		<title>&#8220;Tudo posso naquele que me fortalece?&#8221; Será?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 19:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O apóstolo Paulo estava numa prisão, em Roma, quando escreveu estas palavras aos cristãos de Filipos. O que ele quis dizer? Que podia fazer qualquer coisa - claro, coisa boa - que planejasse fazer, porque Deus certamente o capacitaria e faria dar certo? Que não haveria obstáculos intransponíveis ou falta de recursos? &#8220;Querer é poder&#8221;?
Nesses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O apóstolo Paulo estava numa prisão, em Roma, quando escreveu estas palavras aos cristãos de Filipos. O que ele quis dizer? Que podia fazer qualquer co<a href="http://igrejaluzdomundo.org/textos/tudo_posso_naquele_que_me_fortalece.pdf" target="_blank"><img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/cartaz_tudo_posso.jpg" alt="" width="226" height="140" /></a>isa - claro, coisa boa - que planejasse fazer, porque Deus certamente o capacitaria e faria dar certo? Que não haveria obstáculos intransponíveis ou falta de recursos? &#8220;Querer é poder&#8221;?</p>
<p>Nesses tempos de &#8220;auto ajuda&#8221;  e &#8220;confissão positiva&#8221; muitos buscam encorajamento e encorajam outros citando estas palavras do apóstolo&#8230; E elas são para isto mesmo!  Mas será que as entendemos e usamos corretamente, levando em conta o seu contexto e sentido original? Veja a mensagem em slides clicando na imagem ao lado.</p>
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		<title>Seguir a Jesus</title>
		<link>http://igrejaluzdomundo.org/2010/01/05/seguir-a-jesus-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[No ano 42 d. C., em Antioquia, na Síria, os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos” pela primeira vez! (Atos 11.26). Eram seguidores de Jesus! Procuravam viver como Jesus Cristo lhes havia ensinado; e se pareciam com o Cristo, lembravam o Cristo, tinham um compromisso bem firmado com a causa de Cristo, mesmo quando isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano 42 d. C., em Antioquia, na Síria, os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos” pela primeira <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/jesus_caminha_com_discipulos.jpg" alt="" width="193" height="133" />vez! (Atos 11.26). Eram seguidores de Jesus! Procuravam viver como Jesus Cristo lhes havia ensinado; e se pareciam com o Cristo, lembravam o Cristo, tinham um compromisso bem firmado com a causa de Cristo, mesmo quando isto lhes custava perseguição e morte!</p>
<p>Ah, se, ao contrário, os “cristãos” de hoje pudessem ser reconhecidos como “discípulos” ou “seguidores” de Jesus Cristo!  Em nossos dias, o rótulo “Cristão”, <span id="more-302"></span>na maioria dos casos, não significa mais que uma identificação religiosa formal, cultural; uma informação ao IBGE&#8230; E isto inclui, certamente, muitos “cristãos evangélicos”. Que lástima!<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>“Segue-me!”<br />
Sem interesses egoístas!</strong></p>
<p>Jesus, quando neste mundo, andava de cidade em cidade ensinando e convidando: “Segue-me!” Muitos não entendiam a natureza e propósito deste convite. Por exemplo: Um indivíduo, saiu do meio do povo, e, empolgado,  disse a Jesus: “Seguir-te-ei para onde quer que fores”. Ótimo, diríamos. Mas Jesus respondeu: “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc 9.57-58). Ele percebeu que o pretenso seguidor (cristão) só estava interessado em tirar vantagem pessoal da fama e da suposta boa situação financeira de Jesus. Foi preciso Jesus dizer-lhe que estava enganado; que ele, Jesus, era pobre e não tinha nem onde reclinar a cabeça&#8230;</p>
<p>Agora, pense nas riquezas exageradas de muitos líderes religiosos e igrejas que dizem estar seguindo a Jesus e ministrando em nome de Jesus! Pense nas promessas que fazem de prosperidade material, visando atrair mais “seguidores” (e mais dinheiro)! Quantos buscam a Deus, vão a Jesus e às igrejas somente para tirar vantagem, para receber “bênçãos”, não necessariamente para amar, adorar, obedecer e servir ao doador das bênçãos!</p>
<p>Na manhã seguinte à multiplicação dos pães e peixes, a multidão que fora alimentada, caminhou muito para encontrar Jesus. Este percebeu seus motivos: “Vós me procurais, não porque vistes sinais (de ser eu o Filho de Deus e Salvador), mas porque comestes dos pães e vos fartastes&#8230;” (Jo 6.26).</p>
<p>“<strong>Segue-me!”<br />
Prioritariamente!</strong></p>
<p>Alguns contemporâneos de Jesus, quando ouviam seu convite, respondiam: “Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro&#8230;” Mencionavam, então, algum dever ou necessidade legítima, como “sepultar o pai” (possivelmente moribundo) ou “despedir-me dos de casa”. Sem entrar em detalhes, vale observar apenas que Jesus enfatizava a prioridade deste modo de vida, sim, porque “seguir a Jesus” implica um modo ou estilo de vida “cristão”, verdadeiramente cristão!</p>
<p>Jesus acrescentou: “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lc 9.59-62). A decisão por este estilo de vida não é só prioritária; tem que ser bem firmada, irrevogável!</p>
<p>No chamado Sermão do Monte, Jesus condenou a ansiedade por necessidades pessoais básicas tais como comida e roupas, e acrescentou: “Vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.32-33).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>“Segue-me!”<br />
Sem desculpas!</strong></p>
<p>Na parábola da Grande Ceia, Jesus compara a vida cristã, com todas as suas implicações, incluindo a consumação de tudo, no céu, com um banquete, estando ele à mesa. Inexplicavelmente, os primeiros convidados, não se aperceberam do privilégio do convite, e “todos, à uma, começaram a escusar-se&#8230;Comprei um campo e preciso ir vê-lo&#8230;, Comprei cinco justas de bois e vou experimentá-las&#8230;, Casei-me e, por isso, não posso ir&#8230;” O dono da casa e do banquete ficou indignado, mandou seu servo pelas estradas a chamar “pobres, aleijados, cegos e coxos” (pense nestes como pecadores desprezados, cônscios de sua necessidade, mais humildes). A casa se encheu destes. E o Senhor disse: “Nenhum daqueles homens que foram convidados (anteriormente) provará a minha ceia!” (Lc 14.15-24).<br />
Acontece ainda hoje! Como as pessoas têm desculpas para não ler a Bíblia, para não orar (senão quando passam por uma grande aflição), para aceitar convite para ir a uma igreja cristã!</p>
<p>Aqui é preciso fazer uma distinção. Há Igrejas Católicas e Igrejas Protestantes, de todos os tipos e denominações. São cristãs no sentido bíblico do termo ou são meras instituições religiosas? O que fazem seus membros quando reunidos? Pode-se dizer que estas reuniões são um “banquete espiritual”? A adoração e o louvor são “em espírito e em verdade”? (Jo 4.24). A pregação  e o ensino são realmente bíblicos? Pregadores e ouvintes progridem na prática da Palavra de Deus? (I Ts 1.5-10; Tg 1.22). Há amor e consciência de serem todos uma família, a “família de Deus”? (Jo 13.34-35; Ef 2.19).</p>
<p>É claro que a “Grande Ceia” ou “banquete” é a vida cristã, mas inclui os cultos de adoração, louvor, pregação da Palavra de Deus, oração e comunhão com os “irmãos em Cristo”. Quantos não priorizam este banquete e dão desculpas&#8230; Até mesmo um capítulo de novela, um jogo de futebol, o supermercado, a chuva&#8230;</p>
<p>Neste Ano Novo, pare com as desculpas e diga SIM ao “Segue-me” de Jesus, mas sem interesses egoístas, com prioridade absoluta e compromisso bem firmado&#8230;<br />
Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, RJ, 03/01/2010.</p>
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		<title>2010 de olho em Jesus!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 13:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Neste último domingo do ano, preparando-nos para o Ano Novo, vamos refletir nestas palavras que transcrevemos da carta aos Hebreus 12.1-4:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último domingo do ano, preparando-nos para o Ano Novo, vamos refletir nestas palavras que <img class="alignright" style="float: right; border: 0,5px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/passagem_de_ano.jpg" alt="" width="163" height="98" />transcrevemos da carta aos Hebreus 12.1-4:</p>
<ul>
<li><em>“&#8230; visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus,</em><span id="more-297"></span><em> o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.  Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue&#8230;”</em></li>
</ul>
<p>As <strong><em>“testemunhas” </em></strong>são os heróis da fé mencionados no capítulo anterior, homens e mulheres do Velho Testamento que ousaram crer nas promessas de Deus (11.33ss). É verdade que alguns “morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (11.13). Morreram com a certeza de que Deus cumpriria suas promessas&#8230; Com os olhos da fé, eles viram as coisas acontecendo, lá na frente, nas gerações vindouras ou na eternidade! Sabiam que estavam de passagem no mundo&#8230; Daí essas referências: “Deus não se envergonha deles&#8230;” (11.16) e “homens das quais o mundo não era digno” (11.38). Seus nomes e a lembrança deles nos rodeiam, nos inspiram, nos encorajam.</p>
<p><strong><em>“&#8230;desembaraçando-nos de todo peso&#8230;”</em></strong> O “peso” que embaraça, que impede, pode ser uma preocupação, um ressentimento, uma inimizade, a riqueza, os compromissos sociais, o status. O status e os tesouros do Egito foram os empecilhos dos quais Moisés se desembaraçou a bem de uma carreira muito bem sucedida (Hb 11.24-26). As riquezas foram  um empecilho para o jovem rico que procurou Jesus (Lc 18.22-24).</p>
<p><strong><em>“e do pecado que tenazmente nos assedia”.</em></strong> No contexto, o pecado é  a incredulidade (3.12-19). Mas, pode ser qualquer outro. Todos temos um ou mais pontos fracos, e algum pecado que “tenazmente nos assedia”, que volta, que é difícil deixar definitivamente, e nos embaraça ou impede, Preguiça? Mentira? Maledicência? Lascívia? Televisão ou Internet demais, indiscriminada? Pornografia? Um namoro mundano? Um caso extra- conjugal? Temos que nos desembaraçar ou livrar disto! Antes de atravessar o Jordão e iniciar a conquista de Canaã, Israel teve de santificar-se (Js 3.5). O pecado oculto de Acã foi a causa da derrota do povo de Deus na conquista de Ai (Js 7). Pecados ocultos ou públicos têm destruído muitas vidas e até  igrejas!</p>
<p><strong><em>“&#8230; corramos com perseverança a carreira que nos está proposta&#8230;”</em></strong> A “carreira” é plano de Deus para a nossa vida (Sl 139.16). Em suma: obediência e serviço; vida cristã e missão; ajuda aos necessitados e evangelização. Note que o autor inspirado usou o verbo “correr”. O cristão não pode ficar parado nem pode andar devagar; tem de “correr”, e “com perseverança” (ver 10.36).</p>
<p><strong><em>“&#8230;olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus”.</em></strong> As referidas “testemunhas” são exemplos de fé e perseverança. Sua lembrança nos inspira e encoraja. Jesus muito mais! Ele é o “autor e consumador da fé”. Quer dizer, ele põe a fé em nosso coração; e pode aumentá-la (Lc 17.5). Ele também consuma a fé, ou seja, recompensa a fé. Quem corre precisa olhar para a frente, para um determinado alvo; se olhar para trás ou para os lados, desvia-se, tropeça e cai. Correndo na vida cristã e no serviço de Deus, podemos pensar noutros que correram e foram bem sucedidos; mas não podemos tirar os olhos de Jesus. Ver I Pe 2.21.</p>
<p>Ele, <em><strong>“em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz&#8230; não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”</strong></em>. Essa tradução sugere que Jesus deliberadamente submeteu-se à encarnação, ao sofrimento e à vergonha da cruz, em lugar da alegria que sempre teve e continuaria tendo no céu, se tivesse permanecido lá (Jo 17.4-5; Fp 2.6-8). Mas a Nova Versão Internacional traduz: “Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha&#8230;” E a Bíblia na Linguagem de Hoje: “Ele não deixou que a cruz o fizesse desistir. Ao contrário, por causa da alegria que lhe foi prometida, não se importou com a humilhação de morrer na cruz&#8230;” Nesse caso, Jesus suportou a cruz no antegozo da alegria de ser o Salvador do seu povo, depois do necessário sofrimento (ver Is 53.11). Qualquer que seja a tradução, temos que fixar os olhos em Jesus! O amor que o levou a trocar (ainda que temporariamente) a alegria do céu pelas tristezas, lutas e sofrimentos da terra é nossa inspiração maior. Também nos inspiramos e encorajamos pensando na alegria por vir, prometida aos que chegarem vitoriosos ao final da carreira (I Co 2.9).</p>
<p>Chegando o Ano Novo, reanimemo-nos lembrando a “nuvem de testemunhas”, os exemplos maravilhosos de crentes do passado remoto e mais recente; desembaracemo-nos de todo peso e do pecado que nos assedia; e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus! Será um santo remédio contra a fadiga e o desânimo!</p>
<p><em>Pr. Éber Lenz César, no Boletim da Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, em 27/12/2009</em></p>
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		<title>Que é Natal?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Família reunida, peru assado, queijo do reino, pinheirinhos, ornamentos, festa, música e presentes têm o seu lugar nas celebrações natalinas. São costumes e tradições que alegram o coração e encantam a todos, principalmente às crianças&#8230; pequenas e grandes. (Às vezes estressam!).
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Família reunida, peru assado, queijo do reino, pinheirinhos, ornamentos, festa, música e presentes têm o<img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/imagem_que_e_natal.jpg" alt="" width="183" height="113" /> seu lugar nas celebrações natalinas. São costumes e tradições que alegram o coração e encantam a todos, principalmente às crianças&#8230; pequenas e grandes. (Às vezes estressam!).</p>
<p>Lamentavelmente, porém, a maioria, absorta com estas coisas, esquece-se do que, afinal, estamos celebrando e o que significa. <span id="more-296"></span>Os presépios  expostos aqui e acolá, é verdade, lembram o nascimento de uma criança, num estábulo. Todos sabem o seu nome: Jesus. Seus pais, José e Maria, também estão representados. Alguns presépios incluem três magos ou astrólogos do Oriente. Contudo, a Bíblia não diz que eles eram três e indica que sua visita ao menino Jesus aconteceu quando o menino estava perto de completar dois anos e habitava com seus pais numa casa, não mais num estábulo (Mt 2.11,16).</p>
<p>Que significado teve o nascimento de Jesus neste mundo, ou seja, o que chamamos de Primeiro Natal? Que é Natal?<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Natal é salvação</strong></p>
<p>O anjo que apareceu a José para explicar a gravidez de Maria, ainda solteira e virgem, disse-lhe: “&#8230; o que nela foi gerado é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.20-21). Quando Jesus nasceu, nove meses mais tarde, um anjo apareceu a uns pastores que guardavam seus rebanhos, à noite, nas campinas de Belém, e disse-lhes: “Eis aqui vos trago boa nova de grande alegria&#8230;: é que hoje vos nasceu&#8230; o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.8-11). O próprio Jesus diria anos mais tarde: “&#8230;Deus enviou o seu Filho ao mundo&#8230; para que o mundo fosse salvo por ele” (Jo 3.17). E o apóstolo Paulo escreveu a Timóteo: “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores&#8230;” (II Tm 1.15).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Natal é Deus conosco!</strong></p>
<p>O evangelista Mateus, que registrou a anunciação do nascimento de Jesus a José, incluiu esta explicação: “Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado Emanuel (que quer dizer Deus conosco)” (Mt 1.22-23). Como o nosso Coral vai cantar no seu Musical de Natal, no culto desta manhã: O Deus Filho tornou-se “um de nós”. O apóstolo Paulo descreveu a encarnação de Jesus nos seguintes termos: “Embora fosse Deus, não exigiu nem tão pouco se apegou a seus direitos como Deus. Mas pôs de lado seu imenso poder e sua glória&#8230; e tornando-se como os homens, se humilhou&#8230;” (Fp 2.6-8, Bíblia Viva). O autor da epístola aos Hebreus escreveu que “Ele não veio como um anjo, mas sim como um ser humano&#8230; E era necessário que Jesus fosse como nós&#8230; Pois visto que ele próprio agora já passou pelo sofrimento e pela tentação, quando sofremos e somos tentados, ele sabe como é isso, e assim é maravilhosamente capaz de nos ajudar” (Hb 2.16-18, Bíblia Viva).</p>
<p><strong>Natal é amor!</strong></p>
<p>O Natal de Jesus (seu nascimento neste mundo) foi a expressão maior do amor de Deus por nós. O versículo mais conhecido da Bíblia é João 3.16, palavras de Jesus a Nicodemos, mestre em Israel: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito&#8230;”. João lembrou isto em sua primeira epístola: “Nisto se manifestou o amor de Deus&#8230; em haver  Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo&#8230;” (I Jo 4.9,11).</p>
<p>Portanto, a mensagem natalina por excelência é esta:</p>
<p><strong>Jesus, o Filho de Deus, nasceu neste mundo para salvar-nos da condenação e da culpa dos nossos pecados</strong>, para reconciliar-nos com Deus e dar-nos a vida eterna. Precisamos nos arrepender dos nossos pecados sinceramente, confessá-los a Deus e receber o seu perdão, possível somente por causa da morte expiatória de Jesus, na cruz . “Arrependei-vos e crede&#8230;” (Mc 1.15).<br />
Jesus nasceu para ser “um de nós”, experimentar nossas dores e tentações, compadecer-se de nós, interceder por nós, deixar-nos exemplo de perfeita obediência ao Pai.</p>
<p><strong>Jesus nasceu para mostrar-nos o quanto o Pai e ele próprio nos amam</strong>, e ensinar-nos o amor. “Deus é amor&#8230; Nós amamos porque ele nos amou primeiro&#8230;” (I Jo 4. 8,19).</p>
<p>Neste Natal, pergunte-se a si mesmo: Você já se arrependeu dos seus pecados e aceitou a salvação que Deus proveu através da vida, morte e ressurreição de Jesus? Você conta diariamente com a empatia e ajuda de Jesus, que se fez “um de nós”? Você confia no amor de Deus e de Cristo, e o retribui com amor, obediência e louvor? Você ama as pessoas como Jesus amou e ainda hoje o ama?</p>
<p>Pr. Éber Lenz César, Boletim da Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 20/12/2009.</p>
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		<title>Podemos, sim, celebrar o Natal! Como?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 21:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por esses dias, li na Internet alguns artigos condenando as celebrações natalinas por cristãos e igrejas, argumentando que tais celebrações são de origem pagã etc. Conversei também com uma jovem senhora, que já foi membro desta igreja, a qual me disse que na igreja que agora frequenta, é proibido sequer falar do Natal.
Não vejo porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por esses dias, li na Internet alguns artigos condenando as celebrações natalinas por cristãos e igrejas, argumentando que tais celebrações são de origem pagã etc. Conversei também com uma jovem senhora, que já foi membro desta igreja, a qual me disse que na igreja que agora frequenta, é proibido sequer falar do Natal.</p>
<p>Não vejo porque não ter um dia no ano para celebrar o nascimento de Jesus e tudo o que significa, mesmo não sabendo em que dia, mês e ano ele nasceu neste mundo. <span id="more-294"></span>Celebramos sua morte e ressurreição na chamada Semana Santa (que coincide com a Páscoa judaica). Por que não seu nascimento? Todavia, precisamos ter alguns cuidados&#8230;</p>
<p>As crianças precisam saber que Natal (a celebração de que falamos) não é Papai Noel, presentes, sonhos, fantasias. Os adultos precisam cuidar para que o Natal não seja apenas nem principalmente um feriado para reunir família, comer, beber e trocar presentes. A propósito, o pior do Natal é a sua comercialização e o aumento do consumismo.</p>
<p>Na Bíblia, o nascimento ou encarnação do Filho de Deus neste mundo (seu natal) tem um sentido profundamente teológico e espiritual. É o tema central tanto do Antigo como do Novo Testamento.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Antigo Testamento</strong></p>
<p>Logo em seguida à entrada do pecado no mundo, Deus prometeu a Adão e Eva que um <em>“descendente de mulher”</em> feriria a cabeça da serpente, que é Satanás (Gn 3.15. Veja em Gl 4.4 que o apóstolo Paulo identifica Jesus com este “descendente”.</p>
<p>Os profetas anteviram o mesmo com os olhos da fé e o referiram como Messias (Cristo, em grego; Ungido, em português). Isaías, por exemplo, profetizou: <em>“O povo que andava em trevas viu grande luz&#8230; Porque um menino nos nasceu&#8230; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” </em>(Is 9.2,6). E mais: <em>“Consolai, consolai o meu povo, diz o Senhor&#8230; Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor&#8230; Todo vale será aterrado, e nivelados todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados. A glória do Senhor se manifestará&#8230;” </em>(Is 40.1-10).</p>
<p>O profeta ainda falou do Messias como <em>“um renovo&#8230; raiz duma terra seca&#8230; desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer&#8230; Ele tomou sobre si as nossas enfermidades&#8230; Ele foi traspassado pelas nossas transgressões&#8230;” </em>(Is 53).</p>
<p>Passaram-se os séculos. Israel sofreu duras experiências. Os mais crentes dentre eles alimentaram a esperança de que, um dia,  aquelas profecias se cumpririam e o Messias viria. Era a chamada esperança messiânica.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Novo Testamento</strong></p>
<p>Quatrocentos anos desde o último pronunciamento ou manifestação de Deus no Velho Testamento&#8230; Parecia que a esperança, afinal, era falsa. Mas apenas parecia. Na verdade, com as Conquistas Gregas e o surgimento do Império  Romano o mundo estava sendo preparado por Deus para a vinda do Messias e para o  surgimento e expansão do Cristianismo.</p>
<p>Então, um anjo apareceu ao sacerdote, Zacarias anunciando o nascimento de João, o Batista. Este seria o precursor de Jesus, o Messias. Aos trinta anos, cumprindo a profecia de Isaías, João apareceu nos desertos da Judéia citando aquele profeta e dizendo: <em>“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor&#8230; Endireitai as suas veredas&#8230;” </em>(Lc 3.1-6).</p>
<p>João ainda não havia nascido quando o anjo Gabriel apareceu a uma jovem de Nazaré, chamada Maria, para dizer-lhe que ela, mesmo não tendo relação com homem algum (era noiva de José), ficaria grávida e daria à luz um filho, que ela deveria chamar de JESUS! (Lc 1.26-35).</p>
<p>Quando soube que a noiva estava grávida, o pobre do José, com toda razão, ficou muito decepcionado e quis desmanchar o noivado. Mas <em>“eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles”. </em>E o evangelista explicou: <em>“Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)”</em> (Mt 1.18-23).</p>
<p>Quando o menino nasceu, um anjo disse a uns pastores que cuidavam dos seus rebanhos nas campinas de Belém: <em>“Eis aqui vos trago boa nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”.</em> Em seguida, apareceram outros muitos anjos que, em coro, disseram: <em>“Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele quer bem” </em>(Lc 2.10-14).</p>
<p>Foi assim o natal de Jesus! Tão extraordinário e tão lindo! Você acha mesmo que José, Maria, os pastores e, depois, os discípulos de Jesus não o celebraram cada ano? A data exata perdeu-se no tempo. Mas, que importa? Ele nasceu aqui, para ser nosso Salvador e Senhor. Queremos lembrar, celebrar, agradecer&#8230;<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>&#8230; mas da maneira bíblica.</strong></p>
<p>Os que acreditamos nestas histórias e cremos em Jesus, podemos e devemos celebrar seu nascimento:</p>
<p>a) dando glória a Deus, como os anjos o fizeram;</p>
<p>b) agradecendo a Deus por seu amor e graça, enviando-nos seu Filho para nos salvar e transformar (Jo 3.16).</p>
<p>c) renovando nossa confiança em Jesus como nosso Salvador e Senhor, de tal modo que haja permanente segurança e paz em nosso coração, tanto no que diz respeito à nossa salvação, como no que se refere à direção de nossa vida;</p>
<p>d) dispondo-nos a proclamar a boa nova do Natal àqueles que ainda não crêem em Jesus. Foi o que o anjo fez, quando disse aos pastores: <em>“Eis aqui vos trago boa nova de grande alegria que o será para todo o povo&#8230;” </em></p>
<p>Pr Éber  Lenz César. Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 13/12/2009</p>
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		<title>Aceitação</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O sentimento de aceitação é da máxima importância. As crianças,  adolescentes e jovens precisam ser aceitos por seus pais, irmãos e colegas; todos precisamos ser aceitos por nossos companheiros de trabalho, por nossos irmãos em Cristo, pela sociedade.
O sentimento de inaceitação tem levado crianças, adolescentes, jovens e adultos a se comportarem de maneiras estranhas, unicamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento de aceitação é da máxima importância. As crianças,  adolescentes e jovens precisam ser <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/aceitacao.jpg" alt="" width="111" height="136" />aceitos por seus pais, irmãos e colegas; todos precisamos ser aceitos por nossos companheiros de trabalho, por nossos irmãos em Cristo, pela sociedade.</p>
<p>O sentimento de inaceitação tem levado crianças, adolescentes, jovens e adultos a se comportarem de maneiras estranhas, unicamente para chamar a atenção dos outros. <span id="more-291"></span>É como se quisessem dizer aos circunstantes: “Ei! Olhem para mim. Dêem-me um pouco de atenção&#8230;”<br />
A respeito do assunto, a Bíblia diz pelo menos quatro coisas.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Deus e Cristo nos aceitam.</strong></p>
<p>Deus nos ama e nos aceita como somos. Ele não rejeita o pecador, quando este o busca, lhe pede perdão e ajuda. Sl 51.1,2,11,17.</p>
<p>Cristo, o Filho de Deus, quando esteve neste mundo, disse às multidões: “Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt 11.28). E, noutra ocasião: “O que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6.37).</p>
<p>De fato, Deus sempre dá o primeiro passo na direção do pecador. Inúmeras passagens bíblicas o comprovam. A mais conhecida é esta: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Um dos nomes dados a Jesus, pelo próprio Deus, foi “Emanuel”, que quer dizer “Deus conosco” (Mt 1.23). De fato, “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo&#8230;” (II Co 5.18).</p>
<p>Na parábola do Filho Pródigo, contada por Jesus, o  pai, que, na história, representa Deus, nosso Pai Celestial, aceita o filho que volta em completa degradação, mas arrependido e confesso (Lc 15.11-24).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Devemos aceitar-nos a nós mesmos.</strong></p>
<p>Se Deus nos aceita como somos, nós também podemos e devemos aceitar-nos a nós próprios. Isto é muito importante. Michel Quoist, em Construir o Homem e o Mundo, escreveu: “Muitos estão paralisados, atados, e arrastam-se em uma vida sofrida e sem sentido somente porque nunca se aceitaram a si mesmos, com seus limites e suas qualidades&#8230;”</p>
<p>Todos temos um “eu ideal” e um “eu real”. Observando as vidas de outras pessoas, lendo a Bíblia e outros livros, ouvindo sermões e cantando hinos aprendemos o que deveríamos e gostaríamos de ser, idealmente. Como a realidade é outra, temos, às vezes, dificuldades sérias para nos aceitarmos como somos. É melhor admitir a pecaminosidade que nos impede de ser o que deveríamos ser, crer que Deus nos ama e nos aceitarmos como somos. E então, deixar que Deus nos aperfeiçoe. O autor de Hebreus expressou este desejo: “O Deus da paz&#8230; vos aperfeiçoe em tudo&#8230; operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo” (Hb 13.20-21).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Devemos aceitar os outros.</strong></p>
<p>Se Deus, que é perfeito, nos aceita, que motivo temos nós para não aceitarmos os outros? Entretanto, isto não é fácil. Se as pessoas não correspondem às nossas expectativas,  tendemos a rejeitá-las. A Bíblia diz: “Acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu&#8230;” (Rm 15.7). Isto não significa, necessariamente, que estamos satisfeitos uns com os outros, ou que vamos fechar os olhos para os defeitos e pecados uns dos outros. Deus e Cristo nos aceitam como somos para nos perdoar e santificar; aceitamos os outros como são, para perdoá-los e ajudá-los como pudermos no seu processo de crescimento.</p>
<p>Há uma história no Velho Testamento que ilustra estas verdades. O rei Davi, ao assumir o trono de Israel, mandou saber se ainda vivia algum descendente de Saul, seu antecessor. Queria usar de bondade para com ele, “por amor de Jônatas”. Saul tinha perseguido a Davi e por pouco não o matou. Jônatas, filho de Saul, tinha sido o melhor amigo de Davi. Informado a respeito de Mefibosete, “um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés”, Davi mandou chamá-lo. Mefibosete teve medo, pensando que Davi queria vingar-se de Saul. Mas o rei lhe disse: “Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai&#8230; Comerás à minha mesa”. Mefibosete tinha dificuldade para aceitar-se a si próprio; sua auto-estima era a mais baixa possível, certamente devido à deficiência física. Ele disse ao rei: “Quem é teu servo para teres olhado para um cão morto como eu?” A aceitação e a bondade do rei lhe fizeram muito bem. Ajudaram-no a aceitar-se a si mesmo e a viver uma vida mais feliz (II Sm 9).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Precisamos aceitar a Cristo.</strong></p>
<p>Tudo isto é possível por meio de Cristo. Deus nos aceita “em Cristo” ou “por amor de Cristo” (Ef 1.3-5).</p>
<p>Aceitamo-nos a nós mesmos mais facilmente quando aceitamos a Cristo e ele passa a habitar em nós pelo Espírito Santo. Aceitamos uns aos outros quando o amor de Cristo enche o nosso coração. Como diz o cântico:<br />
<em></em></p>
<p><em>Quero que valorize o que você tem.<br />
Você é um ser, você é alguém<br />
tão importante para Deus!<br />
Nada de ficar sofrendo angústia e dor<br />
Neste seu complexo inferior,<br />
dizendo, às vezes, que não é ninguém&#8230;</em></p>
<p><em>O Espírito Santo se move em você&#8230;<br />
Há algo importante em você.<br />
Por isso, levanta e cante, exalte o Senhor!<br />
Você tem valor&#8230; </em></p>
<p>Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 29/11/2009</p>
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		<title>Pilares da auto-imagem (Josh MacDowell)</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Susan achava quase impossível progredir em seu trabalho. O medo a deixava paralisada quando tentava desempenhar papéis de liderança que sua posição requeria. Estava convencida que lhe tirariam o emprego se seu passado fosse descoberto.
Um conselheiro dedicou-lhe várias sessões antes que ela fosse capaz de admitir quais tinham sido suas atividades no passado, que ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Susan achava quase impossível progredir em seu trabalho. O medo a deixava paralisada quand<img class="alignright" style="border: 1px solid black; float: right; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/pilares_autoimagem.jpg" alt="" width="107" height="136" />o tentava desempenhar papéis de liderança que sua posição requeria. Estava convencida que lhe tirariam o emprego se seu passado fosse descoberto.<span id="more-290"></span></p>
<p>Um conselheiro dedicou-lhe várias sessões antes que ela fosse capaz de admitir quais tinham sido suas atividades no passado, que ela tanto repugnava agora. Finalmente, das profundezas de sua angústia e medo, jorrou tudo: seus numerosos casos amorosos, um aborto e seu envolvimento homossexual.</p>
<p>Embora sua vida tivesse sofrido uma mudança tremenda desde que se tornara cristã, Susan ainda tinha uma auto-imagem deficiente por causa dos pecados do passado, sem saber como lidar com eles. As consequências da visão negativa que tinha de si mesmo eram óbvias [&#8230;].</p>
<p>Nossa auto-imagem difere dos nossos orgãos físicos. Estes podem ser estudados em livros de medicina, com o auxílio de fotos e gráficos. Mas a auto-imagem não pode ser fotografada, não tem uma forma definida. Todavia, podemos tentar descrever alguns dos seus componentes.</p>
<p>Três necessidades básicas são comuns a todos os seres humanos: (1) A necessidade de sentir-se amado e aceito; ter um senso de pertencer a alguém (segurança). (2) A necessidade de sentir-se útil; ter um senso de valor. (3) A necessidade de sentir-se adequado; ter um senso de competência. Segurança, valor e competência são os pilares sobre os quais apóia-se a auto-imagem saudável. Se um destes pilares não está bem desenvolvido ou encontra-se danificado, a auto-imagem da pessoa é instável, insegura e desequilibrada.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Sensação de segurança.</strong></p>
<p>Este é o pilar básico da auto-imagem. Experimentamos esta sensação de segurança quando sabemos que somos amados e aceitos e percebemos que alguém realmente se importa conosco, e isto incondicionalmente.</p>
<p>De algum modo, todos recebemos amor e somos aceitos. Mas não perfeitamente. Ocasionalmente recebemos amor e aceitação condicionais, assim expressos: “Eu o amo porque você é __”. A ameaça que sentimos, talvez sem perceber, é: “O que aconteceria se eu deixasse de ser ___?”.</p>
<p>O amor condicional deixa insatisfeita a necessidade básica de amor e segurança. A maioria de nós cresce com este pilar de auto-imagem enfraquecido. Por isso, “O amor é a maior fonte de cura que pode existir na vida de alguém” (J. Mallory e A. Baldwuin, em O Rei e eu).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Senso de valor.</strong></p>
<p>Segurança é a sensação de ser agradável aos outros, amado e aceito pelos outros. Senso de valor é algo que experimentamos quando gostamos de nós mesmos. A segurança tem a ver com o sentimento de proteção. O valor resulta do sentimento bom a respeito de si mesmo. Acontece quando você pode dizer: “Eu gosto de mim, eu me respeito, não me envergonho do modo como trato a mim mesmo”. Temos consciência de sermos corretos, limpos, certos e apropriados. De algum modo (ainda que imperfeitamente) correspondo ao amor e a aceitação dos outros [&#8230;].</p>
<p>O mundo está cheio de pessoas que se sentem sem valor, de uma maneira ou de outra. Experiências de relacionamentos na infância frequentemente provocam feridas profundas, que pioram na adolescência e na vida adulta. Algumas vezes nosso senso de falta de valor aumenta porque nos engajamos em atividades que violentam nossos padrões pessoais e nos deixam um sentimento de culpa. Muitas vezes nos envergonhamos pela maneira como tratamos os outros e a nós mesmos. Uma auto-imagem saudável requer um pilar de valorização forte.</p>
<p><strong>Senso de competência.</strong></p>
<p>O terceiro pilar da auto-imagem é um senso interior de competência. “Eu posso fazer isso” é a atitude confiante de pessoas com auto-imagem saudável quando enfrentam uma nova tarefa. Esta atitude otimista inspira esperança e coragem. Tem tudo a ver com o sucesso. Pessoas com um senso de competência saudável enfrentam um novo dia sem medo, mas com alegria e entusiasmo pelas oportunidades que estão diante delas.</p>
<p>Muitos pais lêem para os filhos a clássica história infantil “A Pequena Máquina que Podia”. É a história de uma locomotiva que tinha de empurrar uma carga pesada para o alto da montanha. Todas as locomotivas grandes lhe diziam que não conseguiria fazê-lo, mas enquanto se esforçava sob o peso da carga ela dizia a si mesma: “Eu acho que posso, eu acho que posso”. Como resultado, a despeito das dúvidas das grandes locomotivas, ela alcançou o alto da montanha.</p>
<p>Todas as pessoas, cristãs ou não, precisam desenvolver estes pilares da auto-imagem saudável.</p>
<p>Resumido e adaptado de Construindo uma nova imagem pessoal, Josh MacDowell, Ed. Candeia, 1997.</p>
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