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	<title>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</title>
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		<title>Dia da Música e do Músico</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 20:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Celebrando o Dia da Música e do Músico, o Coral da Luz, regido pelo jovem músico Fernando Sathler Breder, conduziu um Culto Cantado, nesta igreja, no dia 21/11/2010. Foi um culto lindo de louvor e inspiração. Clique nas fotos para ampliá-las. O Coral da Luz apresentará uma bela Cantata de Natal, nesta igreja, no dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Celebrando o <strong>Dia da Música e do Músico</strong>, o Coral da Luz, regido pelo jovem músico Fernando Sathler Breder, conduziu um Culto Cantado, nesta igreja, no dia 21/11/2010. Foi um culto lindo de louvor e inspiração. Clique nas fotos para ampliá-las. O Coral da Luz apresentará uma bela<strong> Cantata de Natal</strong>, nesta igreja, no dia <strong>19/12, às 10h20</strong>. Você e os seus estão cordialmente convidados. A cantata será reapresentada, no mesmo dia, na Igreja Presbiteriana de São Cristóvão, na Rua Euclides da Cunha, 210, São Cristóvão. Seja Bem-vindo! <a href="ftp://i33522@www.igrejaluzdomundo.org/www/images/010Culto%20Cantado%20Coral%20da%20Luz%2021%2011%202010.jpg"><img style="border: 01px solid black;" src="ftp://i33522@www.igrejaluzdomundo.org/www/images/001Culto%20Cantado%20Coral%20da%20Luz%2021%2011%202010.jpg" alt="" width="229" height="173" /><img src="ftp://i33522@www.igrejaluzdomundo.org/www/images/005Culto%20Cantado%20Coral%20da%20Luz%2021%2011%202010.jpg" alt="" width="233" height="175" /><img style="border: 01px solid black;" src="ftp://i33522@www.igrejaluzdomundo.org/www/images/010Culto%20Cantado%20Coral%20da%20Luz%2021%2011%202010.jpg" alt="" width="224" height="173" /></a></p>
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		<title>Nossos ministérios (Introdução)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somos gratos a Deus pela presente revitalização dos nossos Ministérios (2010).  Certamente, com a bênção de Deus e a dedicação de todos, faremos  muito mais, para a glória de Deus, benefício de muitas vidas e  alegria de todos. A propósito, lembremos que o ser é mais importante que o fazer. Por isso, sugerimos algumas condições: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos gratos a Deus pela presente revitalização dos nossos <strong>Ministérios</strong> (2010).  Certamente, com a bênção de Deus e a dedicação de todos, faremos  muito mais, para a glória de Deus, benefício de muitas vidas e  alegria de todos. A propósito, lembremos que o ser é mais importante que o fazer. Por isso, sugerimos algumas condições: conversão genuína; compromisso sério com Deus, com Cristo e com sua Igreja; compreensão e consciência da missão da Igreja no mundo; desejo, propósito, entusiasmo, determinação e responsabilidade. Evidentemente, isto inclui ou mesmo requer leitura regular da Bíblia, muita oração e santidade de vida.</p>
<p>A vida cristã é um desafio; levada a sério, e com  serviço, nem se fala. Mas  é a vida que vale a pena; é a que agrada a Deus e abençoa o mundo!  O apóstolo Pasulo escreveu aos Tessalonicenses: <em>“&#8230;vos convertertes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro”</em> (I Ts 1.9).</p>
<p><img class="alignright" style="border: 1px solid black; float: right; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/banner_proposito.jpg" alt="" width="164" height="346" /></p>
<p>Temos um <strong>Propósito</strong> maravilhoso, bíblico, simples, dado pelo Senhor da igreja. Nós apenas juntamos textos e palavras.Nosso organograma de Ministérios é o mais simples possível, e está em processo de elaboração e adaptação. Estamos sempre buscando a direção de Deus. São apenas uma organização visando a melhor definição de áreas de serviço, metas específicas e o envolvimento do maior número possível de membros e congregados desta amada e corajosa igreja.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Oração<br />
Louvor<br />
Ensino<br />
Casais<br />
Juventude<br />
Mulheres da Luz<br />
Pequenos Grupos<br />
Celebrações<br />
Evangelização e Ação Social</strong></p>
<p>Começamos com Oração e desembocamos na  Evangelização e Ação Social, serviço aos necessitados, seja de  salvação, alimento, roupa, saúde, amizade ou um simples abraço.</p>
<p>Nas próximas mensagens, vamos ver um pouco do que a Palavra de Deus nos ensina sobre cada um destes ministérios.</p>
<p><em>Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 31/01/201</em></p>
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		<title>01 Ministério de Oração</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Perguntas para reflexão (que vamos responder no fim desta mensagem): Você acha que o Ministério de Oração é o mais importante de todos? Você acha que a Reunião de Oração das terças-feiras é a mais importante da igreja? Você acha que os irmãos que frequentam a Reunião de Oração num dia de semana são mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 0cm; line-height: 130%;"><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;"> </span><span style="line-height: 130%; font-family: Arial;">Perguntas para reflexão (que vamos responder no fi</span><a target="_blank"><img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin-left: 5px; margin-right: 5px; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px;" src="http://www.igrejaluzdomundo.org/images/banner_minist_oracao.jpg" alt="" width="181" height="133" /></a><span style="line-height: 130%; font-family: Arial;">m desta mensagem): </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="line-height: 130%; font-variant: small-caps; font-family: Arial;">Você acha que o Ministério de Oração é o mais importante de todos?</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="line-height: 130%; font-variant: small-caps; font-family: Arial;">Você acha que a Reunião de Oração das terças-feiras é a mais importante da igreja?</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="line-height: 120%; font-variant: small-caps; font-family: Arial;">Você acha que os irmãos que frequentam a Reunião de Oração num dia de semana são mais dedicados e espirituais que os outros?</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Exemplos de oração</span></span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]-->Abraão – oração ousadia (Gn 18.22-23)</li>
<li><!--[if !supportLists]-->Moisés – oração misericordiosa (Êx 32.11ss)</li>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->Ana – oração por necessidade (I Sm 1.9ss)</li>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->Daniel – oração disciplinada (Dn 6.10)</li>
<li><!--[if !supportLists]-->Salmista – oração expectante (Sl 5.3)</li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">O exemplo perfeito</span></span></p>
<p><em>“Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus”</em> (Lc 6.12)</p>
<p>Seus discípulos lhe pediram: <em>“Senhor, ensina-nos a orar&#8230;”</em> (Lc 11.1-2)</p>
<p>Jesus lhes ensinou (MT 6.5-15):<span id="more-307"></span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]-->A não serem hipócritas e exibidos em suas orações</li>
<li><!--[if !supportLists]-->A não usarem de vãs repetições</li>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->A orarem somente ao Pai Celestial, e em seu nome</li>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->E, então, lhes deu uma oração modelo, o “Pai Nosso”</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Oração individual e oração coletiva</span></span></strong></p>
<p>Evidentemente, podemos orar a sós, em um pequeno grupo ou numa grande congregação. Entendo que a oração individual constante e cuidadosa reflete melhor o que estamos chamando de “vida de oração” e prepara o crente para a oração coletiva.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: none;"><br />
</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Exemplos de Oração individual</span></span></strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">:</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]-->Cl 4.12 – A vida de oração de Epafras<span> </span>ensina-nos que oração exige esforço; é uma luta, uma batalha espiritual. Além disso, vemos, no seu exemplo que, conquanto possamos orar por necessidades pessoais (&#8220;o pão nosso de cada dia”), há motivos mais abrangentes e profundos!</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->I Tm 4.7-8 – Vemos aqui que o crescimento da piedade, que inclui a vida de oração, é alcançado mediante exercício e disciplina, e vale a pena, pois <em>“tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser”,</em> isto é, garante bênçãos já nesta vida e muito mais para na eternidade.<span> </span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Exemplos de Oração coletiva:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li>At 1.14 &#8211; “&#8230;se reuniam sempre em oração, com as mulheres, inclusive com Maria&#8230;”</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span><span style="font: 7pt "> </span></span></span><!--[endif]-->I Co 1.9-11 – O apóstolo Paulo e seus companheiros estavam em perigo, numa viagem missionária. Quando soube que as igrejas oravam por eles, escreveu-lhes: <span> </span><em>“Deus nos livrou e continuará nos livrando&#8230; enquanto vocês s nos ajudam com suas orações&#8230;”</em></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Para o Ministério de Oração funcionar bem, é preciso</span></span></strong></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]--><strong>Santidade </strong>- <em>“&#8230;os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós para que não vos ouça”</em> (Is 59.2)</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]--><strong>Confiança</strong> &#8211; <em>“Tudo quanto pedirdes em oração, crede que recebestes, e será assim convosco” </em>(Mt 11.24)</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><strong>Persevarança</strong> &#8211; <em>“Perseverai na oração&#8230;”</em> (Cl 4.2; ver Mt 18.1ss )</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]--><strong>Submissão</strong> &#8211; <em>“Esta é a confiança que temos&#8230;, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve”</em> (I Jo 5.14)</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><strong>Amor</strong> &#8211; <em>“Amarás o Senhor teu Deus de todo o eu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento&#8230; Amarás o teu próximo como a ti mesmo”<span> </span></em>(Mt 22.37-39).</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"><span style="line-height: 90%; font-family: Arial;"> </span>Bastaria o amor! Então oraríamos com santidade, confiança, perseverança</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;">submissão</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 90%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 90%;"><span style="line-height: 90%; font-family: Arial;"><strong>Orando sem cessar.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 90%;"><span style="line-height: 90%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">E se, dadas as circunstâncias, não conseguimos manter aquela “hora tranquila” de oração individual ou comparecer às reuniões de oração?</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Em seu livro “UMA VIDA APAIXONANTE”, Mike Breen e Walt Kallestad escreveram sobre a hora tranqüila de oração:</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"><em>“A maioria das pessoas, quando são honestas, admitem que têm alguns problemas em manter ‘tempos tranquilos’ regulares devido à loucura de suas vidas. Uma mãe de filhos pequenos que não dorme durante a noite não encontrará nenhuma ajuda ao ouvir que ela precisa se levantar uma hora antes do resto da família para ter algum tempo tranqüilo. O marido que cuida de uma mulher que sofre de Alzheimer dificilmente ousará fechar os seus olhos para agradecer por uma refeição, muito menos passa trinta minutos sozinho. Alguns estão em um<span> </span>ritmo tão acelerado, todo o tempo, que em, função das demandas da vida dificilmente saberão como diminuir a marcha. Nós precisamos encontrar tempo para estar com Deus. Mas isto não significa que acontecerá o mesmo com todas as pessoas.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"><em>Por que não passar Períodos curtos e especiais com Deus? Quem sabe, todas as manhãs, ao caminhar até o meio fio para apanhar o jornal ou a correspondência, você poderia fazer destes momentos um momento com Deus&#8230; Quando você precisar de um descanso do seu trabalho, em vez de correr para o shopping ou ligar a TV, de uma caminhada e use esse tempo para conversar com Deus. Quando você estiver dirigindo o carro, converse em voz alta com Deus. Quando vocês estiver embalando o seu bebê ou dando-lhe e mamar, fique em silêncio com Deus. Encare o longo trajeto de casa para o trabalho como um Período para louvar o Senhor.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"><em>Se estamos em um verdadeiro relacionamento com ele, isto não incluiria a nossa vida ‘normal’, alem daquele tempo que encaramos como sendo espiritual?”</em><span> </span>(p.90-91).</p>
<p class="MsoNormal">
<p><strong>E então? </strong></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><strong>O Ministério de Oração é o mais importante de todos? </strong>SIM! Certamente.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>A Reunião de Oração num dia de semana é a reunião mais importante da igreja?</strong> Eu diria que NÃO!<span> </span>Mas pediria que você levasse em conta o que se disse nesta mensagem sobre <em>vida e oração</em>, e observasse, por exemplo, que Daniel tornou-se um precioso exemplo de homem de oração, não por freqüentar uma reunião de oração, mas por orar a sós, no seu quarto, três vezes por dia; que Lucas, o evangelista que retrata a vida de oração de Jesus, refere-se às suas orações a sós mais do que às que faziam com os discípulos ou com as multidões; e, por fim, veja em <strong>At 2.42</strong>, que os primeiros cristãos, ainda no clima de Pentecostes, cheios do Espírito, se reuniam regularmente para estudo da doutrina dos apóstolos, comunhão, santa ceia e oração, e não há indícios de que consideravam qualquer destas atividades congregacionais mais importante que as demais.</li>
</ul>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><!--[endif]-->À luz de tudo que foi dito, será que podemos dizer que <strong>os irmãos que freqüentam a reunião de oração da igreja, num dia de semana, são necessariamente ou por isso, mais zelosos e espirituais <span> </span>que os outros? </strong>Certamente que NAO!</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 31.75pt; text-indent: -17.75pt; line-height: 120%; text-align: left;"><strong><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Homens de oração disseram:</span></strong><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;"> </span></em></p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><!--[if !supportLists]--><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Vivo em espírito de oração. Oro enquanto ando, quando me deito e quando me levanto. E as respostas  estão sempre chegando. (</span></em><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">George Muller)</span></em><em></em></li>
</ul>
<p><!--[if !supportLists]--><!--[endif]--><em></em></p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Gastar uma hora preocupado, de joelhos, não é orar. De fato, há ocasiões em que nosso dever é, tendo entregue um problema a Deus em oração, parar de orar, confiar e realizar  o trabalho necessário para chegar a uma solução. (</span></em><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Oliver Barclay).</span></em><em></em></li>
</ul>
<ul>
<li> <!--[if !supportLists]--><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Os que oram da maneira correta nunca chegam em casa chorando. Estou certo de que receberei o  que pedi ou o que deveria ter pedido.</span></em><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;"><span> </span>(</span></em><em><span style="line-height: 120%; font-family: Arial;">Joseph  Hall).</span></em></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size: 10pt;">Pr. Éber Lenz Cesar, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Marco, 2010. </span></em></p>
<p class="MsoNormal">
<p><!--EndFragment--></p>
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		<item>
		<title>02 Ministério de Adoração e Louvor</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos adoram… Pagãos, Budistas, Islâmicos, Espíritas, Católicos, Evangélicos&#8230; Mas é da máxima importância saber o que, a quem e como adoram. Como cristãos, queremos saber o que a Bíblia diz a respeito. Numa mensagem curta com esta, só podemos considerar o essencial&#8230; Que diz a Bíblia? “Não terás outros deuses&#8230; Não farás para ti nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Todos adoram…<span> </span>Pagãos, Budistas, Islâmicos, Espíritas, Católicos, Evangélicos&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Mas é da máxima importância saber o que, a quem e como adoram. Como cristãos, queremos saber o que a Bíblia diz a respeito. Numa mensagem curta com esta, só podemos considerar o essencial&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: Arial;">Que diz a Bíblia?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><em><span style="font-family: Arial;">“Não terás outros deuses&#8230; Não farás<span> </span>para ti nenhum ídolo&#8230; Não te prostrarás diante deles&#8230;”</span></em><span style="font-family: Arial;"> Êx 20.3-5:</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: Arial;">“Temam o Senhor, o seu Deus, e só a ele prestem culto” (Dt 6.13; Mt 4.10)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><em><span style="font-family: Arial;">“Dêem ao Senhor a glória devida ao seu nome. Tragam ofertas e venham à sua presença. Adorem o Senhor no esplendor da sua santidade. Tremam diante dele todas as nações”</span></em><span style="font-family: Arial;"> (Dt 16.29-30)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><em><span style="font-family: Arial;">“Celebrai com júbilo ao Senhor&#8230; Servi ao Senhor com<span> </span>alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. Sabei que o Senhor é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. Entrai por suas portas com ações de graças&#8230; com hinos de louvor”</span></em><span style="font-family: Arial;"> (Sl 100).</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">A importância da adoração e do louvor pode ser vista no fato que Deus separou toda uma tribo de Israel – os Levitas &#8211; para conduzir esse ministério.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial;">Para refletir:</span></span><span style="font-family: Arial;"> <em>“Adoração é o reconhecimento da criatura acerca da grandeza do seu Criador” </em><span> </span>(Herbert Carson)<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 13pt; font-family: Arial;">Por que vamos à igreja?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span><span id="more-308"></span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Para nos encontrarmos com<span> </span>os amigos?</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Para cumprir alguns rituais?</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: Arial;">Para ouvir música e uma palestra interessante?</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: Arial;">Para pedir e receber bênçãos?</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Certamente estes objetivos são bons e válidos. Porém, o intuito principal da adoração deve ser <strong>glorificar a Deus</strong>. <span> </span>É comum ouvirmos, depois dos cultos, nas igrejas: <em>Você gostou do coral? Gostou da pregação?</em> Dependendo da intenção, não quero dizer que isto seja um erro. Mas precisamos evitar o espírito crítico, o egocentrismo, a avaliação com base nos gostos e expectativas pessoais. E lembrar que adoração não é espetáculo nem entretenimento. O louvor não pode ser uma exibição artística. A pregação não pode ser uma exibição intelectual. O propósito, repetimos, é <strong>glorificar e</strong> <strong>agradar a Deus</strong>. Se o fazemos, pode até ser que alguém diga: <em>“Foi demais! Espero que Deus tenha percebido o quanto gostamos dele”.</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: Arial;">Como podemos agradar a Deus?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Em sua conversa com a samaritana, Jesus disse: <em>“&#8230; os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem<span> </span>em espírito e em verdade” (Jo 4.23-24)</em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">A adoração bíblica, em espírito e em verdade, envolve <strong>dois<span> </span>sentimentos</strong>: </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: Arial;">Reverência</span></strong><span style="font-family: Arial;">. O corre quando, em adoração, nos conscientizamos da grandeza, do poder e da santidade de Deus, e, ao mesmo tempo, da fraqueza do nosso caráter. Ver Lc 5.8.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: Arial;">Júbilo. </span></strong><span style="font-family: Arial;">Ocorre quando, em adoração, nos conscientizamos do amor perdoador e da graça abençoadora de Deus, e, ao mesmo tempo, da transformação que ocorre em nosso caráter. Ver Sl 100.2.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Como em tudo mais, é preciso equilíbrio entre reverência e Júbilo. As igrejas mais tradicionais costumam enfatizar a reverência; as igrejas informais costumam enfatizar a alegria. As tradicionais, às vezes, criticam as informais e contemporâneas, dizendo-lhes algo assim. “Irmãos, que é isso? Vocês estão na presença de Deus”. <span> </span>As igrejas informais, às vezes, criticam as tradicionais, dizendo-lhes: “Irmãos, que é isso? Jesus está vivo? Alegrem-se!” </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: Arial;">A adoração atende aos propósitos evangelísticos :</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">A experiência do profeta Isaías, narrada em Is 6.1-8, é impressionante. “No ano da morte do bom rei Uzias, o profeta, apreensivo, foi ao templo adorar. O que se seguiu, é exatamente uma sequencia de culto e adoração: </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Visão da glória e da santidade de Deus (vs.1-4)</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Reconhecimento de pecado, temor, reverência (v.5)</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Graça perdoadora e purificadora de Deus (vs.6-7)</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Symbol;"><span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: Arial;">Chamado para o serviço (ministério) (v.8a)</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: Arial;">Dedicação do adorador (v.8b)</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">De um modo ou de outro, é o que deve acontecer sempre que a igreja se reúne para adorar a Deus e ouvir sua Palavra. Esse exercício espiritual, quando em espírito e em verdade, deve conduzir sempre ao chamado de Deus para o serviço: “A quem enviarei? Quem há de ir por nós?. E à resposta dos adoradores: “Eis-me aqui. Envia-me a mim!”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Algumas igrejas têm um banner à entrada ou escrevem nos seus boletins dominicais: “Entrai para adorar, saí para servir!”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">O testemunho zeloso e a adoração reverente e alegre dos primeiros cristãos impressionava e atraía os “de fora”, como vemos em At 2.46-47: <em>“Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”.</em><strong> </strong>Maravilha!<span> </span><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Arial;">“A adoração não faz parte da vida cristã&#8230; é a própria vida cristã” (Gerald Vann)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Pr. Éber Lenz Cesar, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 14/03/2010</span></em></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>&#8220;Tudo posso naquele que me fortalece?&#8221; Será?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 19:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O apóstolo Paulo estava numa prisão, em Roma, quando escreveu estas palavras aos cristãos de Filipos. O que ele quis dizer? Que podia fazer qualquer coisa &#8211; claro, coisa boa &#8211; que planejasse fazer, porque Deus certamente o capacitaria e faria dar certo? Que não haveria obstáculos intransponíveis ou falta de recursos? &#8220;Querer é poder&#8221;? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O apóstolo Paulo estava numa prisão, em Roma, quando escreveu estas palavras aos cristãos de Filipos. O que ele quis dizer? Que podia fazer qualquer co<a href="http://igrejaluzdomundo.org/textos/tudo_posso_naquele_que_me_fortalece.pdf" target="_blank"><img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/cartaz_tudo_posso.jpg" alt="" width="226" height="140" /></a>isa &#8211; claro, coisa boa &#8211; que planejasse fazer, porque Deus certamente o capacitaria e faria dar certo? Que não haveria obstáculos intransponíveis ou falta de recursos? &#8220;Querer é poder&#8221;?</p>
<p>Nesses tempos de &#8220;auto ajuda&#8221;  e &#8220;confissão positiva&#8221; muitos buscam encorajamento e encorajam outros citando estas palavras do apóstolo&#8230; E elas são para isto mesmo!  Mas será que as entendemos e usamos corretamente, levando em conta o seu contexto e sentido original? Veja a mensagem em slides clicando na imagem ao lado.</p>
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		<title>Seguir a Jesus</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano 42 d. C., em Antioquia, na Síria, os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos” pela primeira vez! (Atos 11.26). Eram seguidores de Jesus! Procuravam viver como Jesus Cristo lhes havia ensinado; e se pareciam com o Cristo, lembravam o Cristo, tinham um compromisso bem firmado com a causa de Cristo, mesmo quando isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano 42 d. C., em Antioquia, na Síria, os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos” pela primeira <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/jesus_caminha_com_discipulos.jpg" alt="" width="193" height="133" />vez! (Atos 11.26). Eram seguidores de Jesus! Procuravam viver como Jesus Cristo lhes havia ensinado; e se pareciam com o Cristo, lembravam o Cristo, tinham um compromisso bem firmado com a causa de Cristo, mesmo quando isto lhes custava perseguição e morte!</p>
<p>Ah, se, ao contrário, os “cristãos” de hoje pudessem ser reconhecidos como “discípulos” ou “seguidores” de Jesus Cristo!  Em nossos dias, o rótulo “Cristão”, <span id="more-302"></span>na maioria dos casos, não significa mais que uma identificação religiosa formal, cultural; uma informação ao IBGE&#8230; E isto inclui, certamente, muitos “cristãos evangélicos”. Que lástima!<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>“Segue-me!”<br />
Sem interesses egoístas!</strong></p>
<p>Jesus, quando neste mundo, andava de cidade em cidade ensinando e convidando: “Segue-me!” Muitos não entendiam a natureza e propósito deste convite. Por exemplo: Um indivíduo, saiu do meio do povo, e, empolgado,  disse a Jesus: “Seguir-te-ei para onde quer que fores”. Ótimo, diríamos. Mas Jesus respondeu: “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc 9.57-58). Ele percebeu que o pretenso seguidor (cristão) só estava interessado em tirar vantagem pessoal da fama e da suposta boa situação financeira de Jesus. Foi preciso Jesus dizer-lhe que estava enganado; que ele, Jesus, era pobre e não tinha nem onde reclinar a cabeça&#8230;</p>
<p>Agora, pense nas riquezas exageradas de muitos líderes religiosos e igrejas que dizem estar seguindo a Jesus e ministrando em nome de Jesus! Pense nas promessas que fazem de prosperidade material, visando atrair mais “seguidores” (e mais dinheiro)! Quantos buscam a Deus, vão a Jesus e às igrejas somente para tirar vantagem, para receber “bênçãos”, não necessariamente para amar, adorar, obedecer e servir ao doador das bênçãos!</p>
<p>Na manhã seguinte à multiplicação dos pães e peixes, a multidão que fora alimentada, caminhou muito para encontrar Jesus. Este percebeu seus motivos: “Vós me procurais, não porque vistes sinais (de ser eu o Filho de Deus e Salvador), mas porque comestes dos pães e vos fartastes&#8230;” (Jo 6.26).</p>
<p>“<strong>Segue-me!”<br />
Prioritariamente!</strong></p>
<p>Alguns contemporâneos de Jesus, quando ouviam seu convite, respondiam: “Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro&#8230;” Mencionavam, então, algum dever ou necessidade legítima, como “sepultar o pai” (possivelmente moribundo) ou “despedir-me dos de casa”. Sem entrar em detalhes, vale observar apenas que Jesus enfatizava a prioridade deste modo de vida, sim, porque “seguir a Jesus” implica um modo ou estilo de vida “cristão”, verdadeiramente cristão!</p>
<p>Jesus acrescentou: “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lc 9.59-62). A decisão por este estilo de vida não é só prioritária; tem que ser bem firmada, irrevogável!</p>
<p>No chamado Sermão do Monte, Jesus condenou a ansiedade por necessidades pessoais básicas tais como comida e roupas, e acrescentou: “Vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.32-33).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>“Segue-me!”<br />
Sem desculpas!</strong></p>
<p>Na parábola da Grande Ceia, Jesus compara a vida cristã, com todas as suas implicações, incluindo a consumação de tudo, no céu, com um banquete, estando ele à mesa. Inexplicavelmente, os primeiros convidados, não se aperceberam do privilégio do convite, e “todos, à uma, começaram a escusar-se&#8230;Comprei um campo e preciso ir vê-lo&#8230;, Comprei cinco justas de bois e vou experimentá-las&#8230;, Casei-me e, por isso, não posso ir&#8230;” O dono da casa e do banquete ficou indignado, mandou seu servo pelas estradas a chamar “pobres, aleijados, cegos e coxos” (pense nestes como pecadores desprezados, cônscios de sua necessidade, mais humildes). A casa se encheu destes. E o Senhor disse: “Nenhum daqueles homens que foram convidados (anteriormente) provará a minha ceia!” (Lc 14.15-24).<br />
Acontece ainda hoje! Como as pessoas têm desculpas para não ler a Bíblia, para não orar (senão quando passam por uma grande aflição), para aceitar convite para ir a uma igreja cristã!</p>
<p>Aqui é preciso fazer uma distinção. Há Igrejas Católicas e Igrejas Protestantes, de todos os tipos e denominações. São cristãs no sentido bíblico do termo ou são meras instituições religiosas? O que fazem seus membros quando reunidos? Pode-se dizer que estas reuniões são um “banquete espiritual”? A adoração e o louvor são “em espírito e em verdade”? (Jo 4.24). A pregação  e o ensino são realmente bíblicos? Pregadores e ouvintes progridem na prática da Palavra de Deus? (I Ts 1.5-10; Tg 1.22). Há amor e consciência de serem todos uma família, a “família de Deus”? (Jo 13.34-35; Ef 2.19).</p>
<p>É claro que a “Grande Ceia” ou “banquete” é a vida cristã, mas inclui os cultos de adoração, louvor, pregação da Palavra de Deus, oração e comunhão com os “irmãos em Cristo”. Quantos não priorizam este banquete e dão desculpas&#8230; Até mesmo um capítulo de novela, um jogo de futebol, o supermercado, a chuva&#8230;</p>
<p>Neste Ano Novo, pare com as desculpas e diga SIM ao “Segue-me” de Jesus, mas sem interesses egoístas, com prioridade absoluta e compromisso bem firmado&#8230;<br />
Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, RJ, 03/01/2010.</p>
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		<title>2011 de olho em Jesus!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 13:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preparando-nos para o Ano Novo, vamos refletir nestas palavras que transcrevemos da carta aos Hebreus 12.1-4: “&#8230; visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparando-nos para o Ano Novo, vamos refletir nestas palavras que <img class="alignright" style="float: right; border: 0,5px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/passagem_de_ano.jpg" alt="" width="163" height="98" />transcrevemos da carta aos Hebreus 12.1-4:</p>
<ul>
<li><em>“&#8230; visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus,</em><span id="more-297"></span><em> o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.  Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue&#8230;”</em></li>
</ul>
<p>As <strong><em>“testemunhas” </em></strong>são os heróis da fé mencionados no capítulo anterior, homens e mulheres do Velho Testamento que ousaram crer nas promessas de Deus (11.33ss). É verdade que alguns “morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (11.13). Morreram com a certeza de que Deus cumpriria suas promessas&#8230; Com os olhos da fé, eles viram as coisas acontecendo, lá na frente, nas gerações vindouras ou na eternidade! Sabiam que estavam de passagem no mundo&#8230; Daí essas referências: “Deus não se envergonha deles&#8230;” (11.16) e “homens das quais o mundo não era digno” (11.38). Seus nomes e a lembrança deles nos rodeiam, nos inspiram, nos encorajam.</p>
<p><strong><em>“&#8230;desembaraçando-nos de todo peso&#8230;”</em></strong> O “peso” que embaraça, que impede, pode ser uma preocupação, um ressentimento, uma inimizade, a riqueza, os compromissos sociais, o status. O status e os tesouros do Egito foram os empecilhos dos quais Moisés se desembaraçou a bem de uma carreira muito bem sucedida (Hb 11.24-26). As riquezas foram  um empecilho para o jovem rico que procurou Jesus (Lc 18.22-24).</p>
<p><strong><em>“e do pecado que tenazmente nos assedia”.</em></strong> No contexto, o pecado é  a incredulidade (3.12-19). Mas, pode ser qualquer outro. Todos temos um ou mais pontos fracos, e algum pecado que “tenazmente nos assedia”, que volta, que é difícil deixar definitivamente, e nos embaraça ou impede, Preguiça? Mentira? Maledicência? Lascívia? Televisão ou Internet demais, indiscriminada? Pornografia? Um namoro mundano? Um caso extra- conjugal? Temos que nos desembaraçar ou livrar disto! Antes de atravessar o Jordão e iniciar a conquista de Canaã, Israel teve de santificar-se (Js 3.5). O pecado oculto de Acã foi a causa da derrota do povo de Deus na conquista de Ai (Js 7). Pecados ocultos ou públicos têm destruído muitas vidas e até  igrejas!</p>
<p><strong><em>“&#8230; corramos com perseverança a carreira que nos está proposta&#8230;”</em></strong> A “carreira” é plano de Deus para a nossa vida (Sl 139.16). Em suma: obediência e serviço; vida cristã e missão; ajuda aos necessitados e evangelização. Note que o autor inspirado usou o verbo “correr”. O cristão não pode ficar parado nem pode andar devagar; tem de “correr”, e “com perseverança” (ver 10.36).</p>
<p><strong><em>“&#8230;olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus”.</em></strong> As referidas “testemunhas” são exemplos de fé e perseverança. Sua lembrança nos inspira e encoraja. Jesus muito mais! Ele é o “autor e consumador da fé”. Quer dizer, ele põe a fé em nosso coração; e pode aumentá-la (Lc 17.5). Ele também consuma a fé, ou seja, recompensa a fé. Quem corre precisa olhar para a frente, para um determinado alvo; se olhar para trás ou para os lados, desvia-se, tropeça e cai. Correndo na vida cristã e no serviço de Deus, podemos pensar noutros que correram e foram bem sucedidos; mas não podemos tirar os olhos de Jesus. Ver I Pe 2.21.</p>
<p>Ele, <em><strong>“em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz&#8230; não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”</strong></em>. Essa tradução sugere que Jesus deliberadamente submeteu-se à encarnação, ao sofrimento e à vergonha da cruz, em lugar da alegria que sempre teve e continuaria tendo no céu, se tivesse permanecido lá (Jo 17.4-5; Fp 2.6-8). Mas a Nova Versão Internacional traduz: “Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha&#8230;” E a Bíblia na Linguagem de Hoje: “Ele não deixou que a cruz o fizesse desistir. Ao contrário, por causa da alegria que lhe foi prometida, não se importou com a humilhação de morrer na cruz&#8230;” Nesse caso, Jesus suportou a cruz no antegozo da alegria de ser o Salvador do seu povo, depois do necessário sofrimento (ver Is 53.11). Qualquer que seja a tradução, temos que fixar os olhos em Jesus! O amor que o levou a trocar (ainda que temporariamente) a alegria do céu pelas tristezas, lutas e sofrimentos da terra é nossa inspiração maior. Também nos inspiramos e encorajamos pensando na alegria por vir, prometida aos que chegarem vitoriosos ao final da carreira (I Co 2.9).</p>
<p>Chegando o Ano Novo, reanimemo-nos lembrando a “nuvem de testemunhas”, os exemplos maravilhosos de crentes do passado remoto e mais recente; desembaracemo-nos de todo peso e do pecado que nos assedia; e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus! Será um santo remédio contra a fadiga e o desânimo!</p>
<p><em>Pr. Éber Lenz César </em></p>
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		<title>Aceitação</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sentimento de aceitação é da máxima importância. As crianças,  adolescentes e jovens precisam ser aceitos por seus pais, irmãos e colegas; todos precisamos ser aceitos por nossos companheiros de trabalho, por nossos irmãos em Cristo, pela sociedade. O sentimento de inaceitação tem levado crianças, adolescentes, jovens e adultos a se comportarem de maneiras estranhas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento de aceitação é da máxima importância. As crianças,  adolescentes e jovens precisam ser <img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/aceitacao.jpg" alt="" width="111" height="136" />aceitos por seus pais, irmãos e colegas; todos precisamos ser aceitos por nossos companheiros de trabalho, por nossos irmãos em Cristo, pela sociedade.</p>
<p>O sentimento de inaceitação tem levado crianças, adolescentes, jovens e adultos a se comportarem de maneiras estranhas, unicamente para chamar a atenção dos outros. <span id="more-291"></span>É como se quisessem dizer aos circunstantes: “Ei! Olhem para mim. Dêem-me um pouco de atenção&#8230;”<br />
A respeito do assunto, a Bíblia diz pelo menos quatro coisas.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Deus e Cristo nos aceitam.</strong></p>
<p>Deus nos ama e nos aceita como somos. Ele não rejeita o pecador, quando este o busca, lhe pede perdão e ajuda. Sl 51.1,2,11,17.</p>
<p>Cristo, o Filho de Deus, quando esteve neste mundo, disse às multidões: “Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt 11.28). E, noutra ocasião: “O que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6.37).</p>
<p>De fato, Deus sempre dá o primeiro passo na direção do pecador. Inúmeras passagens bíblicas o comprovam. A mais conhecida é esta: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Um dos nomes dados a Jesus, pelo próprio Deus, foi “Emanuel”, que quer dizer “Deus conosco” (Mt 1.23). De fato, “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo&#8230;” (II Co 5.18).</p>
<p>Na parábola do Filho Pródigo, contada por Jesus, o  pai, que, na história, representa Deus, nosso Pai Celestial, aceita o filho que volta em completa degradação, mas arrependido e confesso (Lc 15.11-24).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Devemos aceitar-nos a nós mesmos.</strong></p>
<p>Se Deus nos aceita como somos, nós também podemos e devemos aceitar-nos a nós próprios. Isto é muito importante. Michel Quoist, em Construir o Homem e o Mundo, escreveu: “Muitos estão paralisados, atados, e arrastam-se em uma vida sofrida e sem sentido somente porque nunca se aceitaram a si mesmos, com seus limites e suas qualidades&#8230;”</p>
<p>Todos temos um “eu ideal” e um “eu real”. Observando as vidas de outras pessoas, lendo a Bíblia e outros livros, ouvindo sermões e cantando hinos aprendemos o que deveríamos e gostaríamos de ser, idealmente. Como a realidade é outra, temos, às vezes, dificuldades sérias para nos aceitarmos como somos. É melhor admitir a pecaminosidade que nos impede de ser o que deveríamos ser, crer que Deus nos ama e nos aceitarmos como somos. E então, deixar que Deus nos aperfeiçoe. O autor de Hebreus expressou este desejo: “O Deus da paz&#8230; vos aperfeiçoe em tudo&#8230; operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo” (Hb 13.20-21).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Devemos aceitar os outros.</strong></p>
<p>Se Deus, que é perfeito, nos aceita, que motivo temos nós para não aceitarmos os outros? Entretanto, isto não é fácil. Se as pessoas não correspondem às nossas expectativas,  tendemos a rejeitá-las. A Bíblia diz: “Acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu&#8230;” (Rm 15.7). Isto não significa, necessariamente, que estamos satisfeitos uns com os outros, ou que vamos fechar os olhos para os defeitos e pecados uns dos outros. Deus e Cristo nos aceitam como somos para nos perdoar e santificar; aceitamos os outros como são, para perdoá-los e ajudá-los como pudermos no seu processo de crescimento.</p>
<p>Há uma história no Velho Testamento que ilustra estas verdades. O rei Davi, ao assumir o trono de Israel, mandou saber se ainda vivia algum descendente de Saul, seu antecessor. Queria usar de bondade para com ele, “por amor de Jônatas”. Saul tinha perseguido a Davi e por pouco não o matou. Jônatas, filho de Saul, tinha sido o melhor amigo de Davi. Informado a respeito de Mefibosete, “um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés”, Davi mandou chamá-lo. Mefibosete teve medo, pensando que Davi queria vingar-se de Saul. Mas o rei lhe disse: “Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai&#8230; Comerás à minha mesa”. Mefibosete tinha dificuldade para aceitar-se a si próprio; sua auto-estima era a mais baixa possível, certamente devido à deficiência física. Ele disse ao rei: “Quem é teu servo para teres olhado para um cão morto como eu?” A aceitação e a bondade do rei lhe fizeram muito bem. Ajudaram-no a aceitar-se a si mesmo e a viver uma vida mais feliz (II Sm 9).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Precisamos aceitar a Cristo.</strong></p>
<p>Tudo isto é possível por meio de Cristo. Deus nos aceita “em Cristo” ou “por amor de Cristo” (Ef 1.3-5).</p>
<p>Aceitamo-nos a nós mesmos mais facilmente quando aceitamos a Cristo e ele passa a habitar em nós pelo Espírito Santo. Aceitamos uns aos outros quando o amor de Cristo enche o nosso coração. Como diz o cântico:<br />
<em></em></p>
<p><em>Quero que valorize o que você tem.<br />
Você é um ser, você é alguém<br />
tão importante para Deus!<br />
Nada de ficar sofrendo angústia e dor<br />
Neste seu complexo inferior,<br />
dizendo, às vezes, que não é ninguém&#8230;</em></p>
<p><em>O Espírito Santo se move em você&#8230;<br />
Há algo importante em você.<br />
Por isso, levanta e cante, exalte o Senhor!<br />
Você tem valor&#8230; </em></p>
<p>Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 29/11/2009</p>
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		<title>Pilares da auto-imagem (Josh MacDowell)</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:39:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Susan achava quase impossível progredir em seu trabalho. O medo a deixava paralisada quando tentava desempenhar papéis de liderança que sua posição requeria. Estava convencida que lhe tirariam o emprego se seu passado fosse descoberto. Um conselheiro dedicou-lhe várias sessões antes que ela fosse capaz de admitir quais tinham sido suas atividades no passado, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Susan achava quase impossível progredir em seu trabalho. O medo a deixava paralisada quand<img class="alignright" style="border: 1px solid black; float: right; margin: 3px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/pilares_autoimagem.jpg" alt="" width="107" height="136" />o tentava desempenhar papéis de liderança que sua posição requeria. Estava convencida que lhe tirariam o emprego se seu passado fosse descoberto.<span id="more-290"></span></p>
<p>Um conselheiro dedicou-lhe várias sessões antes que ela fosse capaz de admitir quais tinham sido suas atividades no passado, que ela tanto repugnava agora. Finalmente, das profundezas de sua angústia e medo, jorrou tudo: seus numerosos casos amorosos, um aborto e seu envolvimento homossexual.</p>
<p>Embora sua vida tivesse sofrido uma mudança tremenda desde que se tornara cristã, Susan ainda tinha uma auto-imagem deficiente por causa dos pecados do passado, sem saber como lidar com eles. As consequências da visão negativa que tinha de si mesmo eram óbvias [...].</p>
<p>Nossa auto-imagem difere dos nossos orgãos físicos. Estes podem ser estudados em livros de medicina, com o auxílio de fotos e gráficos. Mas a auto-imagem não pode ser fotografada, não tem uma forma definida. Todavia, podemos tentar descrever alguns dos seus componentes.</p>
<p>Três necessidades básicas são comuns a todos os seres humanos: (1) A necessidade de sentir-se amado e aceito; ter um senso de pertencer a alguém (segurança). (2) A necessidade de sentir-se útil; ter um senso de valor. (3) A necessidade de sentir-se adequado; ter um senso de competência. Segurança, valor e competência são os pilares sobre os quais apóia-se a auto-imagem saudável. Se um destes pilares não está bem desenvolvido ou encontra-se danificado, a auto-imagem da pessoa é instável, insegura e desequilibrada.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Sensação de segurança.</strong></p>
<p>Este é o pilar básico da auto-imagem. Experimentamos esta sensação de segurança quando sabemos que somos amados e aceitos e percebemos que alguém realmente se importa conosco, e isto incondicionalmente.</p>
<p>De algum modo, todos recebemos amor e somos aceitos. Mas não perfeitamente. Ocasionalmente recebemos amor e aceitação condicionais, assim expressos: “Eu o amo porque você é __”. A ameaça que sentimos, talvez sem perceber, é: “O que aconteceria se eu deixasse de ser ___?”.</p>
<p>O amor condicional deixa insatisfeita a necessidade básica de amor e segurança. A maioria de nós cresce com este pilar de auto-imagem enfraquecido. Por isso, “O amor é a maior fonte de cura que pode existir na vida de alguém” (J. Mallory e A. Baldwuin, em O Rei e eu).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Senso de valor.</strong></p>
<p>Segurança é a sensação de ser agradável aos outros, amado e aceito pelos outros. Senso de valor é algo que experimentamos quando gostamos de nós mesmos. A segurança tem a ver com o sentimento de proteção. O valor resulta do sentimento bom a respeito de si mesmo. Acontece quando você pode dizer: “Eu gosto de mim, eu me respeito, não me envergonho do modo como trato a mim mesmo”. Temos consciência de sermos corretos, limpos, certos e apropriados. De algum modo (ainda que imperfeitamente) correspondo ao amor e a aceitação dos outros [...].</p>
<p>O mundo está cheio de pessoas que se sentem sem valor, de uma maneira ou de outra. Experiências de relacionamentos na infância frequentemente provocam feridas profundas, que pioram na adolescência e na vida adulta. Algumas vezes nosso senso de falta de valor aumenta porque nos engajamos em atividades que violentam nossos padrões pessoais e nos deixam um sentimento de culpa. Muitas vezes nos envergonhamos pela maneira como tratamos os outros e a nós mesmos. Uma auto-imagem saudável requer um pilar de valorização forte.</p>
<p><strong>Senso de competência.</strong></p>
<p>O terceiro pilar da auto-imagem é um senso interior de competência. “Eu posso fazer isso” é a atitude confiante de pessoas com auto-imagem saudável quando enfrentam uma nova tarefa. Esta atitude otimista inspira esperança e coragem. Tem tudo a ver com o sucesso. Pessoas com um senso de competência saudável enfrentam um novo dia sem medo, mas com alegria e entusiasmo pelas oportunidades que estão diante delas.</p>
<p>Muitos pais lêem para os filhos a clássica história infantil “A Pequena Máquina que Podia”. É a história de uma locomotiva que tinha de empurrar uma carga pesada para o alto da montanha. Todas as locomotivas grandes lhe diziam que não conseguiria fazê-lo, mas enquanto se esforçava sob o peso da carga ela dizia a si mesma: “Eu acho que posso, eu acho que posso”. Como resultado, a despeito das dúvidas das grandes locomotivas, ela alcançou o alto da montanha.</p>
<p>Todas as pessoas, cristãs ou não, precisam desenvolver estes pilares da auto-imagem saudável.</p>
<p>Resumido e adaptado de Construindo uma nova imagem pessoal, Josh MacDowell, Ed. Candeia, 1997.</p>
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		<title>Auto-estima sem orgulho</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 17:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igreja Presbiteriana Luz do Mundo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Biblicamente falando, o cristão pode ter uma alto auto-estima e ainda assim ser humilde? O reconhecimento da própria pecaminosidade, da própria insuficiência e da própria pequenez (ante a santidade, a onipotência e a grandiosidade de Deus) implica baixa auto-estima e inferioridade? Como podemos ser humildes e, ao mesmo tempo, nutrir amor próprio e auto-estima positiva? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Biblicamente falando, o cristão pode ter uma alto <strong>auto-estima</strong> e ainda assim ser humilde? O <a href="http://igrejaluzdomundo.org/images/auto-estima_sem_orgulho.pdf" target="_blank"><img class="alignright" style="float: right; border: 1px solid black; margin: 4px;" src="http://igrejaluzdomundo.org/images/titulo_mensagem_autoestima_sem_orgulho.jpg" alt="" width="168" height="112" /></a>reconhecimento da própria pecaminosidade, da própria insuficiência e da própria pequenez (ante a santidade, a onipotência e a grandiosidade de Deus) implica baixa auto-estima e inferioridade? Como podemos ser humildes e, ao mesmo tempo, nutrir amor próprio e auto-estima positiva? <strong>Leia a mensagem abaixo e veja os slides da mesma clicando na imagem ao lado.</strong></p>
<p>As pesquisas têm mostrado que 95% das pessoas sentem-se mais ou menos inferiores e sofrem com desajustes e conflitos emocionais de algum tipo. Uma auto-imagem mais positiva as ajudaria muito!</p>
<p style="text-align: left;">Os cristãos mais humildes tendem a enfatizar demais a própria pecaminosidade, insuficiência e pequenez<span id="more-293"></span> (Jr 17.9; Jó 25.4-6). Certo por um lado, mas é preciso contrabalançar este reconhecimento com a certeza da graça perdoadora de Deus, em Cristo; da capacitação que vem Deus, conforme a necessidade; e do valor que Deus nos atribui, a despeito do nosso pecado.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>O que a Bíblia diz sobre o valor humano.</strong></p>
<p>Para começar, fomos criados à imagem e semelhança de Deus, o que nos fez significativamente superiores a todas as outras criaturas de Deus, e as dominamos! Temos inteligência, como nenhuma outra; podemos discernir e escolher o bem ou o mal; e podemos conhecer e relacionar-nos com o Criador.<br />
O salmista inspirado ousou escrever que somos <em>“um pouco menor do que Deus”</em> (<em>“do que os seres celestiais”</em>, na Nova Versão Internacional) e fomos coroados de <em>“glória e honra” </em>(Sl 8).</p>
<p>Por nos amar, Deus enviou o seu Filho ao mundo para expiar nossos pecados (e a que preço!) e resgatar-nos da culpa e da condenação que nos separavam dele! De fato, aos que crêem em Cristo e o recebem como seu Salvador e Senhor, Deus os adota como filhos! (I Pe 1.17-19; I Jo 3.1-2). Em seguida a ascensão de Jesus, o Espírito de Deus e de Cristo veio habitar nos filhos de Deus e conduzi-los! (Jo 14.16-17,26). Somos templo do Espírito Santo! (I Co 3.16). Daí o cântico: <em>“Você tem valor! O Espírito Santo habita em você&#8230;” </em></p>
<p>O psicólogo e conselheiro cristão Gary Collins lembra ainda que somos povo de Deus, igreja de Cristo, sal da terra e luz do mundo, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo!</p>
<p>Outro psicólogo cristão, Bruce Narramore, escreveu sobre o significado de tudo isto para a auto-imagem e auto-aceitação humanas: <em>“A visão bíblica do homem reconhece nossos pecados e falhas, mas não menospreza nosso profundo significado como criaturas do Deus vivo&#8230; Por termos sido criados à imagem de Deus, possuímos grande valor, significado e mérito. Somos amados por Deus e merecemos o amor de nós mesmos e dos outros”. </em></p>
<p><strong>O que a Bíblia diz sobre o pecado humano.</strong></p>
<p>Em consequência da Queda (Gn 3), todos os seres humanos pecaram, se afastaram de Deus, e estão (ou estiveram) sob condenação. Pecado é rebelião contra Deus; desconfiança e desafio à sua vontade. A menos que se arrependam e recebam a graça do perdão, em Cristo, o pecador sofrerá com  sentimento de culpa, tensões emocionais, conflitos interpessoais, problemas espirituais e até doenças psicossomáticas. Isto afetará negativamente a sua auto-estima.</p>
<p>Nesta situação, é da máxima importância saber que, a despeito de tudo isto, Deus continua nos amando e valorizando! Como se diz: <em>“Não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais do que já nos ama; e não há nada que possamos fazer para Deus nos amar menos”.</em> Também se diz que <em>“Deus odeia o pecado, mas ama o pecador!”</em> É só lembrar o que já se disse sobre a vinda de Jesus ao mundo e para que&#8230;<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O que a Bíblia diz sobre o orgulho.</strong></p>
<p>Os cristãos que, como dissemos, enfatizam a pecaminosidade e a fraqueza humana tendem a achar que a auto-estima é uma expressão de orgulho, e que a autocondenação e a inferioridade nos manteriam humildes.</p>
<p>Não é bem assim! Até porque, há pessoas com baixa auto-imagem e forte sentimento de inferioridade que, todavia e contraditoriamente (talvez como recurso compensatório, consciente ou inconsciente), mostram-se egoístas, críticas, sensíveis, auto-centradas. Isto beira o orgulho. E há pessoas com uma boa auto-estima que, todavia não se sentem nem se mostram superiores ou orgulhosas.</p>
<p>O citado psicólogo Gary Collins define orgulho como segue: desejo exagerado de obter atenção e louvor dos outros; estimativa arrogante e insolente a respeito de si mesmo em ralação aos outros; superioridade que desconsidera os interesses, opiniões e desejos dos outros; ou seja, buscar para si a glória que pertence a Deus.</p>
<p>Em contrapartida, humildade é auto-avaliação correta, equilibrada (Rm 12.3); receptividade à opinião dos outros e disposição para elogiar os outros. Uma pessoa humilde admite, sim, suas imperfeições pecados e falhas, mas também reconhece e valoriza seus pontos fortes, principalmente as oportunidades, talentos e dons que Deus lhe deu, e usa-os com naturalidade e alegria para o serviço dos outros e para a glória de Deus.</p>
<p>O apóstolo Paulo é um bom exemplo bíblico. Antes de sua conversão, orgulhava-se de sua linhagem israelita, de sua tribo, de sua raça, de sua religiosidade farisaica, de sua justiça&#8230; Convertido, testemunhou: <em>“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo&#8230; não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus&#8230; Esquecendo-me das coisas que para traz ficam&#8230; prossigo para o alvo&#8230;” </em>(Fp 3.4-16).</p>
<p>Pr ÉberLenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 29/11/2009.</p>
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