Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ
1 Sep
Cristãos sinceros às vezes cometem erros e pecam em questões duvidosas acerca das quais nã
o se têm um mandamento ou ensino claro nas Escrituras. Não têm certeza se determinado procedimento está certo ou errado, se convém ou não. Em muitos casos, agem sem oração, sem cuidado, porque a questão em si parece sem importância. Será?
Deus pode ser honrado ou desonrado nas coisas pequenas e simples da vida. Além disso, nossas decisões a respeito, uma após outra, farão significativa diferença em nossa vida e na vida de muitas outros.
Somos do Senhor!
Na época do apóstolo Paulo, alguns cristãos supostamente mais esclarecidos sentiam-se à vontade para comer e beber livremente, sem restrições, senão a do gosto pessoal; entendiam também que os dias da semana eram todos iguais, não havendo necessidade de “santificar” esse ou aquele dia.
Entretanto, havia crentes sinceros que não se sentiam bem com esse “liberalismo”; preferiam comer legumes, beber água e guardar os dias “santos”. O apóstolo assumiu a postura mais arejada a respeito destas coisas, mas condenou o orgulho dos liberais, seu desprezo aos escrupulosos, e o julgamento de uns e outros. Além disso, fez que ambos os grupos entendessem que o mais importante era agradar a Deus e dar contas a Deus, o Senhor:
À frente, no mesmo capítulo, o apóstolo nos dá mais dois motivos para sermos cuidadosos com nossas opiniões e práticas nas coisas grandes e pequenas. O amor e a consciência.
(1) O amor aos irmãos é muito mais importante que minhas opiniões e práticas pessoais.
(2) A consciência do certo e do errado, do que convém e do que não convém tem tudo a ver com a fé, no sentido de convicção ou certeza.
Você tem dúvida se tal ou qual palavra, procedimento ou diversão agrada a Deus, entristece , prejudica ou escandaliza seus irmãos em Cristo? Não faça! (Quanto mais se souber, com certeza, que é o caso!).
Será que convém?
Paulo escreveu isso aos cristãos de Roma. Mas os de Corinto também não estavam sabendo lidar com a liberdade que tinham em Cristo, liberdade para decidir o que deviam e o que não deviam fazer. Falando de comida, bebida e sensualidade, Paulo escreveu-lhes:
Por que isso? Outra vez um motivo profundamente espiritual:
O motivo do amor é dado mais à frente, com repetição do motivo teocêntrico:
Mais algumas dicas.
Estas foram adaptadas de “Leituras Cristãs”, W. Wood, 1960.
Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio, 30/08/2009
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