Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ
26 Aug
Para ver os slides das mensagens I e II, clique nas imagens ao lado.
Numa época de crise espiritual em Israel, o profeta Malaquias, no penúltimo capítulo do Velho Testamento, profetizou: “Vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio, entre o que serve a Deus e o que não o faz” (Ml 3.18). Referia-se aos tempos do Novo Testamento? Aos frutos do
ministério de Jesus? Hoje, como aquele profeta e outros judeus piedosos, anelamos ver essa diferença. Jesus e os apóstolos usaram várias expressões e figuras para ressaltá-la: (more…)
25 Aug
Por que ir à igreja? Alguns talvez nem saibam dizer… Tradição de família… Desencargo d
e consciência… Encontrar pessoas… Ouvir boa música… Agradecer uma ou outra “bênção” ou “graça” recebida… Quais seriam os melhores motivos bíblicos para ir à igreja? Veja os slides desta mensagem.1. Por que ir à igreja?
20 Aug
“Pasto seguro é um lugar seguro onde você sente uma ligação profunda com outros, onde você é conhecido, encorajado e desafiado… onde encontra profundo significado para a su
a vida… É um lugar sagrado onde Deus tem prazer em tornar-se conhecido, onde ele instrui seu povo e onde eles se encontram para adorá-lo por aquilo que ele é… Trata-se de um lugar de amor, de vitalidade, de mudança, de risos e lágrimas, de silêncio e louvor em alta voz. É um lugar que se parece com um lar, porque é um lar…” (Grenn Wagner em “A Igreja que você sempre quis”)
Clique na imagem para ver os slides desta mensagem do Pr. Éber César
17 Aug
Esta semana, outra vez, a mídia denunciou abusos praticados por alguns pastores e algumas igrejas
no que se refere à maneira como pedem contribuições financeiras e lidam com o arrecadado. Os denunciados defendem-se acusando os denunciantes de manipulação da opinião pública, de competitividade, de interesses políticos e comerciais, em detrimento da verdade.
Entretanto, alguns pastores e igrejas de fato vão muito além do que a Palavra de Deus ensina sobre dízimos e ofertas, (more…)
7 Aug
Ashbel Green Simonton nasceu em West Hanover, Pensylvannia, Estados Unidos, no dia 20 de ja
neiro de 1833. Seu pai, William Simonton, médico e político, morrera quando Simonton contava apenas 13 anos. Sua mãe, Martha, filha de um piodoso pastor, conduziu os 9 filhos nos caminhos do evangelho. Ashbel era o caçula. (more…)
7 Aug
Havia um homem muito rico, que possuía muitos bens: uma grande fazenda, muito gad
o e vários empregados. Tinha ele um único filho, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que os amigos só estariam com ele enquanto tivesse o que lhes oferecer. (more…)
1 Aug
Para aproveitamento dos que não estiveram presentes e a continuada lembrança de todos, vamos resumir aqui a mensagem pregada domingo passado pela manhã.
Todos sofremos perdas, enfermida-des, situações adversas e até algum tipo de segregação e perseguição. Reagimos de maneiras diferentes. Há também situações favoráveis de honra, prosperidade e bem estar que também pedem uma aitude apropriada, sábia e humilde. Não é fácil.
Agradecendo as ofertas que os cristãos de Filipos lhe haviam enviado, o apóstolo Paulo escreveu-lhes:
“Alegrei-me, sobremanei-ra, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado… Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação…” (Fp 4.10-11).
O apóstolo tivera muitos privilégios e boas oportunidades, mas também passara por circunstâncias as mais adversas, incluindo viagens difíceis, naufrágio, incompreensões, perseguições, açoites, cadeias e prisões (II Co 11.12-29). Ele estava preso em Roma quando escreveu essa carta aos Filipenses, a mais alegre do Novo Testamento. Qual era o segredo do apóstolo? Como podia viver contente em toda e qualquer situação? Vamos ver.
1. “Aprendi…”
A primeira coisa a notar é que esse estado de espírito não acontece assim num momento, como resposta a uma única oração ou por decisão pessoal. É algo que se aprende.
Nas sucessivas lutas da vida, alguns aprendem a se fechar para os outros, até para parentes, amigos e igreja; aprendem o ódio e a amargura; aprendem a se queixar como ninguém. Outros, como o apóstolo Paulo, passando pelas mesmas provações, aprendem a viver contentes. Vêem cada experiência, boa ou ruim, como uma oportunidade para exercitar o contentamento. Têm, portanto, uma postura positiva diante das dificuldades, uma atitude de alunos, de aprendizes; não de vítimas, de coitados. Rm 8.28-29, 35-39 ajuda.
2. “… a viver contente…”
“Aprendi a viver contente…” É interessante notar que a palavra “contente” traduz o termo grego “autarkes”, que deu origem à nossa palavra autarquia. Significa administração ou governo autônomo, auto-suficiente, independente. Era um termo famoso dos filósofos gregos; eles primavam pela auto-suficiência, ou seja, não permitiam que as circunstâncias externas perturbassem a sua tranquilidade interior. Isso é contentamento. O filósofo Sêneca, no século IV a.C. já dizia: “Feliz é o homem que, em quaisquer circunstâncias em que se encontre, sente-se contente”.
Então, o que Paulo quis dizer aos Filipenses? Que costumava rir á toa quando enfrentava adversidades? Que nada o entristecia? Claro que não! O sofrimento incomoda! As feridas doem!
Paulo só estava dizendo que as dificuldades da vida lhe haviam ensinado a controlar suas emoções; até porque sabia que Deus estava no controle, graciosamente trabalhando seu caráter e amadurecimento espiritual. O apóstolo não se impressionava muito com o que poderiam ser ruim; pensava no que certamente resultaria de bom. Tanto que escreveu: “Todas as coisas cooperam para o bem…” Por isso, não se queixava, não se abatia, não desanimava, não ficava deprimido, não ficava com raiva da vida e muito menos de Deus.
3. “… em toda e qualquer situação”.
Paulo aprendeu a reagir assim em toda e qualquer situação.
“Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez…” (Fp 10.12).
Deste modo, o apóstolo lembra-nos que precisamos aprender a estar contentes, a controlar nossas emoções, a manter a sobriedade e a fé tanto numa situação de louvor e honra, como numa situação de crítica e humilhação; tanto na riqueza como na pobreza. As duas situações são difíceis: na primeira, que parece melhor, a tentação é para o sentimento de superioridade, para a vaidade e para o orgulho; na segunda, tida como a pior, sentimo-nos inferiorizados, humilhados, envergonhados e nos queixamos demais. Nos Provérbios, lemos esta oração de Agur:
“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv 30.8-9).
É difícil administrar uma e outra situação. Depende muito de maturidade emocional e espiritual, e do referido aprendizado. O Mestre é Jesus! Tanto que Paulo acrescentou…
4. “Tudo posso naquele que me fortalece!”
Este versículo (Fp 10.13) é ainda mais conhecido e, às vezes, mal interpretado. As aplicações mais comum são: Porque eu sou de Jesus, eu posso tudo: TER, FAZER, ADQUIRIR, CONQUISTAR, PROSPERAR!
Não é nada disso! Interpretado dentro do seu contexto, este versículo significa: Tudo posso ADMINISTRAR porque Jesus me fortalece!
Paulo aprendeu, porque Cristo era o seu Mestre; vivia contente porque que Cristo estava no controle; em toda e qualquer situação porque em todas elas tinha consciência da presença e do amor de Cristo.
Boa coisa para se aprender! Estamos aprendendo!
Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, 2009