Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ
1 Jan
“Foram seis anos de luta contra o crack, mas a história terminou em tragédia. O musico Bruno de Melo, de 26 anos, está preso pela morte da namorada: Bárbara Calazans Laino, de 18 anos. Bruno vai responder por homicídio e pode ficar até 20 anos na prisão. Ele teria fumado crack e discutido com Bárbara. A causa da morte foi estrangulamento” (RJ TV, on-line).
Que coisa tremenda! Como se perde a vida de dois jovens por causa de um vício altamente destrutivo! Como começou? Primeiro o cigarro comum, então maconha, cocaína e por fim o crack? Uma primeira “fumada” experimental, induzida por amigos e colegas? Uma fuga emocional? Mera curiosidade? Ah, a primeira vez… dificilmente fica na primeira! Cuidado, jovem! Não destrua sua vida… e sua alma! Seja firme, saiba o que quer da vida. Cuidado com as companhias! “Em janeiro de 2009, em uma série de reportagens, o RJTV mostrou o crescimento da droga na cidade do Rio. Adultos e crianças de rua, de até 7 anos de idade, usavam e compravam crack nas ruas”.
E por que uma menina de família começa ou continua o namoro com um usuário de drogas?
Crack é uma droga em forma de cristal, que pode ser fumada com auxílio de um cachimbo improvisado ou até mesmo com uma latinha de refrigerante furada no meio. É mais barato que a cocaína, e tão potente quanto. A droga chega ao sistema nervoso central em 10 s; eleva a temperatura corporal, podendo levar o usuário a um acidente vascular cerebral; destrói neurônios, degenera os músculos do corpo (rabdomiólise), o que dá ao indivíduo uma aparência esquelética; a dependência ocorre em pouco tempo. O uso do crack está relacionado com o aumento da criminalidade e da prostituição entre os jovens, com o fim de financiar o vício… Quem avisa, amigo é!
Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo,Rio de Janeiro, RJ, 01/11/2009
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