Você vive com seus familiares, tem seus amigos, topa com todo tipo de gente. Estes são seus “próximos”.

Você se lembra daquele primeiro e grande mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus…”? Pois é, “O segundo, semelhante a este, é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo…” (Mt 22.39-40).
Eu sei que às vezes não é fácil amar até mesmo algumas pessoas da família, e alguns caras chatos que existem por aí. Inimigo, então, nem falar!

Mas, espera aí! Quem você pensa que é? Um cara legal? Pode até ser… Mas dá para reconhecer um pouco seus pecados? Conforme os padrões de Deus e de Jesus? Pois Deus, o Pai, e Jesus, o Filho, o(a) amaram e o amam como você é (mesmo desejando muito que você melhore…). João escreveu: “Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande que somos chamados filhos de Deus…” (I Jo 3.1). Jesus nos amou a ponto de dar a sua vida por nós (I Jo 3.16). Paulo escreveu: “Porque, quando éramos fracos para fazer o bem, Cristo morreu por nós, os maus…” E “Deus nos mostrou o quanto nos ama: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Rm 5.6,8, BLH).

Assim, não temos saída (e nada melhor!). Temos que amar o “próximo”, as pessoas com as quais vivemos e as que cruzam nossos caminhos. Amar como Jesus nos amou! Não foi o que Jesus disse? “… assim como eu os amei, amem também uns aos outros…” (Jo 13.34, BLH). Quer a pessoa mereça, quer não; quer lhe faça bem, quer lhe faça mal. Mt 5.43-17.

Fica mais fácil (será?) se você entender que amor não é apenas sentimento, aquela coisa que se sente no coração quando se gosta muito de uma pessoa.  (Isso você conhece bem!) O amor, muitas vezes, tem que ser ação decidida, em obediência a Deus. Por isso Paulo escreveu: “Se o seu inimigo estiver com fome, dê comida a ele…” (Rm 12.20).

Experimente amar assim, em casa, na igreja, na escola, no trabalho…

Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, 09/2009