Igreja Presbiteriana Luz do Mundo

Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ

Archive for January, 2009

Motivação verdadeira

Na reunião da liderança desta igreja, realizada no último dia 24, falou-se bastante sobre motivação. Motivação para viver a vida cristã, para frequentar os cultos da igreja, para participar da Escola Bíblica Dominical, para orar com os irmãos nas terças-feiras, para ler a Bíblia e orar regularmente, para evangelizar, para servir… O sentimento geral dos que participaram da referida reunião, foi que está faltando motivação para essas atividades.

A enciclopédia digital, Wikipédia define motivação como segue: (more…)

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  • Esperança

    Quem viu pela TV a festa de posse do novo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, certamente

    ficou impressionado com a grandiosidade do evento, transmitido ao vivo para

    todo o mundo. Foi, como se disse, a Festa da Democracia Americana, mas foi também a Festa da Esperança, não só para a maior potência econômica e militar do planeta, mas para muitas outras nações, quando não para todo o mundo.

    A tônica da campanha e da posse de Barack Obama foi “esperança”. (more…)

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  • Solução para o conflito Árabe-Israelense

    A chamada Terra Prometida, no Oriente Médio,  estende-se do Mar Mediterrâneo ao rio Jordão. Vivem ali cerca de 5 milhões de judeus e 4,5 milhões de árabes. Os judeus chamam essa terra de Israel; os árabes chamam-na de Palestina. Uns e outros acham que são donos da terra, e isto por razões históricas e religiosas.

    Judeus. A história bíblica (terra prometida a Abraão, etc.) não pode ser evocada aqui, visto que o Israel moderno não cumpre o Pacto que Deus fez com o seu Patriarca. Contudo, os judeus alegam que a terra em questão foi Reino de Israel por séculos.  Próximo à época de Cristo, e um pouco mais tarde, eles foram subjugados e dispersos pelos Romanos (Diáspora, Tg 1.1).  Na dispersão, judeus religiosos, celebrando a Páscoa, sempre diziam: “No próximo ano em Jerusalém”. Esse povo sofreu as Cruzadas e o Holocausto sonhando com um Estado independente. Em 1948, milhares deles voltaram e fundaram o atual Estado de Israel.

    Os Árabes Palestinos também habitaram essa terra por séculos, principalmente depois das conquistas muçulmanas, no século VII. Eles têm fortes tradições locais. (more…)

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  • 3. O amor ao próximo

    Destacamos as principais passagens bíblicas sobre o amor a Deus e o amor a Cristo. Vamos ver agora alguns textos sobre o amor ao próximo. Peça ao Espírito Santo que o ajude a aplicá-los à sua própria vida.

    Sua importância.

    Jesus ensinou que o grande e primeiro mandamento é amar a Deus. E acrescentou: “O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22.39-40). O próximo, evidentemente, é o indivíduo que está por perto; no sentido mais amplo, nossos semelhantes.

    Um professor de Bíblia, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “Quem é o meu próximo?” Jesus respondeu-lhe com a parábola do Bom Samaritano: Um homem foi assaltado, ferido e deixado semimorto à beira do caminho; o samaritano “que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos… levou-o para uma hospedaria e tratou dele” (Lc 10 29ss). Isto é amar o próximo! Não importa se o conhecemos ou não; se ele merece ou não. Está ali, perto de nós, necessitado…

    Nossos próximos.

    Há próximos estranhos e eventuais (como o daquele samaritano) e próximos conhecidos e mais ou menos relacionados, permanentes ou temporários.

    (a) O cônjuge. “Maridos, amai vossas mulheres…” (Ef 5.25). É claro que as esposas também devem amar seus maridos, como lemos em Tt 2. 3-4.

    (b) Os filhos. Nesta última passagem, vemos que as esposas devem amar ao marido “e a seus filhos”. Os pais amam a seus filhos disciplinando-os (Pv 13.24; 29.17), evitando provocá-los (Ef 6.4), ensinando-lhes o bom caminho (Pv 22.6; Dt 11.18-19), dando-lhes exemplo de caráter e de fé (II Tm 1.4-5; 3.14-15), etc.

    (c) Os pais. Os filhos também devem amar a seus pais: ouvindo suas instruções (Pv 13.1); obedecendo-os e honrando-os (Ef 6.1-3); cuidando deles na velhice (Pv 33.22; I Tm 5.4), etc.

    (d) Irmãos em Cristo. Jesus disse aos seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35). A expressão “uns aos outros” aqui inclui a cônjuge, pais, filhos e outros parentes e os chamados “irmãos em Cristo”, os da “família da fé”. “Enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl 6.10). “… amai os irmãos”, irmãos em Cristo (I Pe 2.17).

    (e) Os que não nos amam e os inimigos. Isso mesmo! “Amai os vossos inimigos… Porque se amardes os que vos amam [somente a estes], que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mt 5.43-48). “Se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer…” (Rm 12.20).

    Como é esse amor?

    Note em Rm 12.20 que amor não é mero sentimento. É atitude, ação e ajuda decididas em obediência ao mandamento do amor! Dependendo do tipo e grau de relacionamento que temos com a pessoa amada, o amor pode e deve incluir afetos e carinho. Logicamente, um homem bom ama a esposa com sentimentos, afetos e carinhos que não dispensa a outras pessoas, menos ainda a um inimigo. Mas fará o bem ao inimigo. Em todos os casos, o amor deve ser:

    (a) Sincero. “O amor seja sem hipocrisia” (Rm 12.9). “Filhinhos, não amemos de palavra… mas de fato e de verdade” (I Jo 3.18). “Tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros…” (I Pe 1.22).

    (b) Intenso. Nesta última passagem, Pedro acrescenta a palavra “ardentemente”: “Amai-vos… ardentemente…” O mesmo apóstolo escreveu, logo à frente: “Acima de tudo… tende amor intenso uns para com os outros…” (I Pe 4.8).

    (c) Como o de Cristo. Jesus disse: “… que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei…” (Jo 13.34). O amor de Jesus por nós foi tal que ele “deu a sua vida por nós” (I Jo 3.16). Visto que a morte de Cristo foi expiatória, “o justo pelos injustos”  (I Pe 3.18), jamais poderemos dar a vida por alguém do mesmo modo e para o mesmo fim. Todavia, nosso amor pode e deve ser altruísta e até mesmo sacrificial.

    Como esse amor se manifesta?

    (a) Fazendo o bem às pessoas, e não o mal. “O amor não pratica o mal contra o próximo…” (Rm 13.10). “Enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos…” (Gl 6.10). Cuidado! Inclui não falar mal do próximo (Tg 4.11).

    (b) Servindo. “Sede servos uns dos outros, pelo amor”  (Gl 5.13). Inclui abster-se de tudo que possa escandalizar o irmão neófito e escrupuloso (Rm 12.15, 21-22).

    (c) Ajudando. “Levai as cargas uns dos outros…” (Gl 6.2). Inclui doações, ofertas, dízimos: “Manifestai… a prova do vosso amor…” O contexto fala de ofertas em dinheiro (II Co 8.24. Ver I Jo 3.17).

    (d) Compartilhando sentimentos. “Amai-vos cordialmente… Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram” (Rm 12.9-10,15).

    (e) Corrigindo. Isso também, mas com brandura! “Se alguém for surpreendido nalguma falta… corrigi-o, com espírito de brandura…” (Gl 6.1; II Tm 2.24-25).

    (f) Sendo benigno, compassivo e perdoador. “Sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros como Deus em Cristo vos perdoou. Andai em amor” (Ef 4.32-5.2).

    Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, 09/2009.

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  • 2. Amor a Cristo

    Em seu livro Uma fé mais forte que as emoções, um classíco da espiritualidade cristã, Jonathan Edwards, uma das figuras centrais no Grande Despertamento ocorrido na Nova Inglaterra, no século XVIII, escreveu extensivamente sobre a importância dos afetos na verdadeira religiosidade. Por afetos ele queria dizer amor, desejo, alegria, gratidão, satisfação, entusiasmo, fervor e outros.  Sobre o amor, ele disse: “A Bíblia enfatiza muito o afeto do amor a Deus, ao Senhor Jesus Cristo, ao povo de Deus e a toda a humanidade… O amor é o afeto principal…”  É sobre isto que estamos refletindo nestas mensagens. No boletim anterior,  vimos os principais textos bíblicos sobre o amor a Deus. Hoje veremos alguns textos sobre o amor a Cristo.

    Sua importância

    Amar a Jesus, o Filho, é tão importante quanto amar a Deus, o Pai. Aliás, é interessante observar que Jesus reivindicou o mesmo amor devido ao Pai. Quando alguns dos seus oponentes alegaram ser filhos de Deus, ele lhes disse, sem rodeios: “Se Deus fosse, de fato, vosso Pai, certamente me havíeis de amar; porque eu vim de Deus…” (Jo 8.41-42).

    Só podem ser ou só desejarão ser discípulos de Jesus os que o amam de coração, mais que a qualquer outra pessoa. O próprio Jesus disse: “ Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim…” (Mt 10.37).

    Suas evidências.

    Obediência aos mandamentos e ensinos de Jesus. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos… Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama… Se alguém me ama, guardará a minha palavra…” (Jo 14.15,21,23).

    Serviço. Pedro negou a Jesus três vezes. Depois que ele se reabilitou, Jesus lhe perguntou: “Pedro, tu me amas?” O apóstolo respondeu prontamente: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. E Jesus acrescentou: “Apascenta os meus cordeiros!” A pergunta, a resposta e o mandamento repetiram-se três vezes! O mandamento com uma variação: “Pastoreia as minhas ovelhas” (Jo 21.15-17). O serviço pode ser outro, mas permanece o fato que um amor verdadeiro serve à pessoa amada, com dedicação, alegria e entusiasmo.

    Propósito de vida. O apóstolo Paulo chegou a dizer: “Ele (Cristo) morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aqueles que por eles morreu e ressuscitou” (II Co 5.14-15).

    Disposição de sofrer e até morrer pelo nome de Jesus. Quando, em Cesaréia, Ágabo predisse a prisão de Paulo em Jerusalém e os irmãos tentaram dissuadir o apóstolo de seguir para lá, ele respondeu: “… estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém, pelo nome do Senhor Jesus” (At 21.13). Até onde iríamos com nosso amor ao Senhor Jesus?

    Suas bênçãos

    Os que amam a Jesus e quardam seus mandamentos experimentam com mais intensidade o amor do Pai  e do próprio Jesus. “… aquele me me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele…” (Jo 14.21,23).

    Os que amam e servem a Jesus e anelam por sua volta receberão o que Paulo chamou de “coroa de justiça”, possivelmente a perfeita justiça, clímax de todo o processo de santificação, a vida eterna. O apóstolo escreveu a Timóteo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa de justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (II Tm 4.8. Ver Tg 1.12; I Pe 5.4; Ap 2.10).

    Sua origem

    O amor a Cristo brota e cresce em nosso coração na medida em que reconhecemos nosso pecado, recebemos seu perdão e vivenciamos seu amor por nós. Paulo confessou: “O amor de Cristo nos constrange…” E, em seguida, falou da morte de Jesus por nós (II Co 5.14-15). Jesus contou a um certo Simão a história de dois devedores, um que devia muito, outro que devia pouco. Ambos foram perdoados por seu senhor. Finda a parábola, Jesus perguntou a Simão: “Qual deles o amará mais?” Simão respondeu: “Suponho que aquele a quem mais se perdoou”. Acertou! (Lc 7.36-50). Jesus falava de pecadores perdoados…

    O quanto você reconhece seus pecados, o amor, a graça e o perdão do Senhor Jesus? Quanto você o ama?

    Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, 09/2009

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  • 1. O amor a Deus

    Helen Keller disse: “O cristianismo corretamente compre-endido é a ciência do amor”. Amor a Deus, amor a Cristo, amor ao próximo. Neste e nos próximos boletins, vamos rever os versículos mais importantes da Bíblia sobre esses três objetos do amor, começando com o amor a Deus.

    Sua importância

    “Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas o Senhor teu Deus… e o ames…” (Dt 10.12).

    Perguntaram a Jesus qual o maior de todos os mandamentos. Ele respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mt 22.37-38).

    Suas evidências

    Serviço e obediência. O texto de Dt 10 diz mais: “Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que… andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração  e de toda a tua alma, para guardardes os mandamentos do Senhor…”  (Dt 10.12-13).

    Não pensemos que isto é coisa do Velho Testamento. No final do Novo Testamento, João, “o discípulo amado”, escreveu: “Este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; ora os seus mandamentos não são pesados” (I Jo 5.3). A expressão “guardar os mandamentos” significa dar atenção à revelação da vontade de Deus e viver de acordo.

    “Amar a Deus exige obediência a ele em todos os aspectos da vida, além de chamar outros a obedecerem tambpem – quer essa mensagem agrade, quer não” (Charles Colson, na introdução ao clássico “Uma fé mais forte que as emoções”, de Jonathan Edwards.

    Aversão ao pecado. “Vós que amais o Senhor, detestai o mal” (Sl 97.10). “O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem” (Rm 12.9). Os que amam a Deus verdadeiramente, têm, logicamente, uma profunda aversão às coisas que desagradam a Deus e não são indulgentes com o pecado, seja o seu próprio ou o dos outros. Sl 119.136, 158; 139.21; Ef 5.11.

    Não amar o mundo. “Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele…” (I Jo 2.15-16). Tiago foi ainda mais enfático: “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4). “Mundo” nesse contexto é essa presente ordem de coisas, incluindo filosofia de vida, ambições, consumismo, orgulho, vaidade, sensualidade, vícios, pecado…  O apóstolo Paulo recomendou: “Não vos conformeis com este século…” (Rm 12.1-2. Ver Ef 5.3-15).

    Amar os imãos. “Se alguém disser: amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (I Jo 4.20-21).

    Suas bênçãos

    Todos são abençoados, de um modo ou de outro, quer amem a Deus ou não (Mt 5.45, por exemplo). Mas Deus promete bênçãos específicas e especiais aos que o amam de coração. Como dizemos, ele não deixa por menos. (Mas lembre-se das evidências do amor a Deus!). “Faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam” (Dt 5.10). “Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo…” (Sl 91.14). “O Senhor guarda a todos os que o amam” (Sl 145.20). “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus…” (Rm 8.28). O contexto indica que não se trata necessariamente de prosperidade, saúde ou ausência de adversidades, mas, sim, de crescimento espiritual, “à imagem de seu Filho”. Na eternidade será ainda melhor: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (I Co 2.9. Ver Tg 1.2; 2.5).

    Sua origem

    “O amor procede de Deus… Todo aquele que ama é nascido de Deus…Deus é amor… Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4.7,8,19). Amamos a Deus verdadeiramente somente quando nascemos de Deus, quando temos um encontro com Deus; quando, arrependidos, lhe confessamos nossos pecados e recebemos seu perdão gracioso e amoroso. Começamos uma vida nova, diferente, transformada; é como se tivéssemos nascido de novo (Jo 3.3.5). Então, “o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado” (Rm 5.5).

    Não somos salvos pelo amor que temos a Deus, mas somos salvos para amar, obedecer, servir e viver para Deus aqui e na eternidade!

    Pr. Éber Lenz César, Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, Rio de Janeiro, 09/2009.

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  • Você quer chegar lá?

    Ontem celebramos as Bodas de Esmeralda de um casal querido da nossa igreja. Quarenta anos de vida conjugal! Será que um dia você chega lá? Você quer?

    Nesses tempos difíceis, poucos casamentos duram tanto tempo. É preciso muito amor, um bom começo, perseverança e observância de certos valores cristãos.

    Para você que ainda é jovem, que está começando a namorar (ou desejando fazê-lo), que começa a arquitetar o seu futuro, aqui estão algumas dicas. São bíblicas e cristãs. “Caretas” para muitos. Espero que não para você!

    I. Ore e peça a direção de Deus quando o coração bater mais forte por um amigo ou amiga. A vontade de Deus é sempre “boa, agradável e perfeita” (Rm 12.2).

    II. Não esconda dos seus pais esta sua intenção. E nunca minta para eles. Se eles se opuserem, que haja um bom diálogo entre vocês sobre os motivos de cada um. Se você está certo e eles errados, Deus pode mudar o coração deles. Substitua “rei” por “pai” em Pv 21.1.

    III. Não se prenda em um relacionamento  desigual com alguém que não tem o mesmo compromisso com Deus, com Jesus e sua Palavra. Muitos jovens acabam abandonando estes ideais e a igreja por influência de namorado ou namorada descomprometido(a). Leia II Co 6.14-18).

    IV. Deixe o sexo para o casamento. Você decide se quer ser cristão ou não, mas uma vez que resolva ser cristão, não faz sentido proceder como os que não o são, de fato. Eles têm perigosa flexibilidade de consciência para intimidades físicas e prática do sexo no namoro, antes do casamento. Os cristãos têm limites; entendem que, nos planos de Deus, o sexo só deve ser praticado por homem e mulher que se amam e assumem um compromisso permanente e responsável um com o outro. Isto é casamento. Leia I Ts 4.3-7; Mt 19.3-5.

    V. Seja fiel. A fidelidade será vital no casamento. Pratique-a desde o namoro. Que amor é esse que namora com uma, e “fica” com a outra? Ou namora com um e “fica” com o outro? Parafraseando Lc 6.31: “Como você quer que seu namorado (ou namorada) faça com você, faça com ele(a)”. Respeito e confiança serão como jóias preciosas no namoro, no noivado e no casamento. Desconfiança, ciúmes e brigas, um veneno!

    VI. Cultive o romantismo, a gentileza, a beleza, a fé, a vida espiritual.

    Vale a pena. Fala quem namorou 4 anos, noivou 2 e está casado há 42!

    Pr. Éber e Márcia César. Boletim da IPLM, 15/11/2009

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  • QUEM SOMOS?

    Somos uma igreja informal e acolhedora, comprometida com o Senhor Jesus e com o seu evangelho. Historicamente somos “filhos” da Reforma Protestante do século XVI e Presbiterianos, sob a jurisdição da Igreja Presbiteriana do Brasil, presente no país desde 1859.

    Visite-nos. Você e os seus familiares serão sempre muito bem-vindos.


    NOSSO ENDEREÇO

    Rua Pereira da Silva, 575, Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Tel. (21) 3253-9802.
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