Igreja Presbiteriana Luz do Mundo

Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ

Archive for July, 2008

Moisés, líder de avivamento

Percorrendo a história bíblica, estamos conhecendo o padrão bíblico de avivamento. Na mensagem anterior, comentamos o avivamento da família de Jacó, que, conquanto tenha durado pouco, serviu para preservar a descendência de Abraão, o povo eleito. Vimos que os chefes de família devem exercer uma liderança firme e espiritual. Isto é muito importante para o avivamento da família e, então, da comunidade maior.

1. Israel no Egito.

Jacó e seus filhos tinham descido ao Egito. Por esse tempo, José era o líder, o homem que Deus usou não somente para salvar a vida do seu povo, mas também para conservar acesa a chama do avivamento, a fé no Deus de Israel (Gn 45.7). (more…)

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  • Leituras Bíblicas Diárias 52 (II Pedro 3.1 a 3.18)

    Domingo – II Pe 3.1-3. Pedro escreveu duas epístolas para “despertar com lembranças” os seus leitores cristãos (ver 1.12,15). Achava essencial que se lembrassem sempre dos ensinos dos profetas (Velho Testamento), do Senhor (Evangelhos) e dos apóstolos (restante do Novo testamento). Tomamos tempo para estudar a Bíblia e, então, recordar? Ver Sl 119.11,97-105.

    Segunda – II Pe 3.3-13. Externando seu desejo de que os cristãos em toda parte se lembrassem dos ensinos bíblicos, Pedro menciona um em especial: as profecias referentes aos “últimos dias”, à volta de Cristo, à destruição deste mundo e criação de “novos céus e nova terra”. Lembrar Is 65.17; 66.22; Rm 8.18-24; Ap 21.1.

    Terça – II Pe 3.3-13 de novo. Observe: (1) a resposta de Pedro aos que escarneciam desta esperança (vs.3-8); (2) a razão da aparente demora da volta de Cristo (v.9); (3) o elemento surpresa, “virá como ladrão” (v. 10a); (4) a necessidade de estarmos preparados, vivendo vidas santas (v.11 com I Pe 1.16-17).

    Quarta – II Pe 3.14-17. Como no v.11, aqui, outra vez, Pedro exorta os cristãos a viverem uma vida santa, tendo em vista a volta de Cristo (v.14. Ver Tt 2.11-13). O apóstolo também adverte contra os que deturpam as Escrituras, enganam os crentes e os desviam da fé (vs.16-17).

    Quinta – II Pe 3.18. É preciso crescer na graça e no conhecimento do Senhor… (v.18). Como? Para mencionar pouca coisa: (1) Estudar e lembrar sempre os ensinos bíblicos sobre a graça de Deus (misericórdia imerecida) (Ef 2.8; Tt 2.11); (2) depender da graça (I Co 15.10), (3) aplicar o conceito da graça sempre que tiver que avaliar procedimentos e situações (At 11.23); (2) estudar a vida e os ensinos de Cristo nos evangelhos, assim como as doutrinas afins, nas epístolas; (3) participar, com o povo de Deus, dos cultos de adoração e pregação da Palavra, bem como dos sacramentos (At 2.42) .

    Pr. Éber Lenz César

    Ansiedade. 2. Conceitos que ajudam (Paz e Santidade)

    Problemas Emocionais! Quem não os tem? Ansiedade, então! Mas a Bíblia tem respostas. Para entendê-las e aplicá-las melhor, precisamos rever nossos conceitos de Deus, de paz e de santidade.

    Sobre o conceito de Deus, frisamos que o chamado “temor do Senhor” não anula a possibilidade de intimidade com o Senhor, pois ele é Pai amoroso e Pastor cuidadoso. Podemos e devemos “derramar o coração” diante dele quando aflitos, ansiosos ou angustiados, na certeza de que ele nos socorrerá e nos dará da sua paz (Fp 4.6-7).

    Conceito de paz.

    Mas como é essa paz? Uma idéia errada a respeito gerará frustrações. As coisas não acontecerão como o esperado, e seremos levados a pensar que Deus não cumpre suas promessas ou que a vida cristã, afinal, não é um “mar de rosas”.

    Com razão, gostamos de orações como esta: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti” (Is 26.3). Ou de promessas como esta de Jesus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou… Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Todavia, a paz que Deus não é como uma estrada pavimentada com pétalas de rosas…

    Não é indiferença e passividade. É certeza que inclui preocupação, pré-ocupação com necessidades e responsabilidades futuras.

    Não é resignação irremediável. É certeza que inclui indignação contra toda maldade e injustiça que se interpõem nos caminhos de Deus.

    Não é autocomplacência. É certeza que inclui o senso de autocrítica. Sim, porque, complacentes, privamo-nos da paz de Deus permanecendo  no erro e no pecado.

    A preocupação, a indignação e a ato-crítica perturbam, angustiam às vezes! Mas são necessárias. O mesmo Paulo que garantiu: “… a paz de Deus… guardará a vosso coração e a vossa mente”, exortou: “…desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” ( Fp 2.12).

    Paz adversidade.

    Horácio Spofford, rico advogado, filho espiritual de D. Moody, presenteou a esposa e as quatro filhas com umas férias na Europa. A meio do oceano, o navio naufragou… Dias depois, Spofford recebeu um telegrama da esposa: “Somente eu sobrevivi” Ele foi buscar a esposa na Irlanda, para onde ela fora levada, quando resgatada. No meio do oceano, próximo ao local onde suas filhas e tantos outros tinham perdido a vida, Spofford, olhando para o mar, compôs este hino, que, hoje, é um dos mais apreciados no mundo evangélico:

    Se paz a mais doce me deres gozar,
    Se dor a mais forte sofrer,
    Oh, seja o que for,Tu me fazes saber,
    Que feliz com Jesus sempre sou!

    Sou feliz! Com Jesus, meu Senhor!”…

    Conceito de santidade.

    Tendemos a pensar que os crentes mais espirituais ou santos nunca ficam ansiosos. E não ficam mesmo! Mas eles têm, sim, momentos de ansiedade! A diferença é que eles logo superam essa emoção com oração e confiança em Deus. Em seguida à luta, vêm a paz e tranqüilidade.

    Examine estes exemplos bíblicos:  Jó (Jó 1.8; 3.24-26); Elias (I Re 19.1-4); Pedro  (Mt 14.25-32); Paulo (I Co 2.3; II Co 7.5).

    E o que dizer de Jesus? Num texto muito discutido, vemos que, na noite anterior à sua crucificação, ele levou para o Getsêmani os seus discípulos mais íntimos e lhes disse: “A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo”. Em seguida, orando à parte, ele disse: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice…” (Mt 26.38). A angústia foi tal que ele transpirou sangue! (Ver  Lc 12.50).

    Que foi que o homem Jesus sentiu nessa noite terrível Tristeza, angústia, medo, ansiedade? Teólogos sérios como W. Strawson e O. Cullman entendem assim. Strawson justifica-se dizendo: “O indivíduo verdadeiramente cristão e corajoso vai em frente, a despeito do medo ou da ansiedade, confiando na poderosa ajuda do Senhor e trabalhando a própria mente e o próprio  coração”.

    O apóstolo Pedro escreveu: “Lancem sobre  ele (Deus) toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (I Pe 5.7 NVI). Não podemos “lançar” o que não temos… Mas podemos “lançar” ou colocar diante de Deus a ansiedade que nos sobrevém e, então, confiar, descansar, ficar em paz. Leia outra vez Is 41.13 e Fp 4.6-7. São “comprimidos”  espirituais para a ansiedade!

    Pr. Éber Lenz César

    Para ver o slides desta mensagem, clique aqui.

    Para ver mensagem Ansiedade 3: Respostas Bíblicas (Fp 4), clique aqui.

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  • Colônia de Férias - Julho 2008

    Veja aqui as primeiras fotos da nossa Colônia de Férias, também chamada Escola Bíblica de Férias, que começou nesta segunda-feira, dia 21, e se estenderá até a próxima sexta-feira, dia 25.

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  • Bases Bíblicas de Avivamento:

    1. Líderes de Avivamento

    A Bíblia tem um padrão de avivamento. Precisamos conhecê-lo e conduzir-nos por ele. O salmista orou: “Vivifica-me, Senhor, segundo a tua Palavra” (Sl 119.107). Com este objetivo, vamos repassar a história bíblica, muito resumidamente, destacando os períodos mais marcantes de crise e de avivamento, e observando as circunstâncias que tornaram os avivamentos necessários, os passos que os possibilitaram, as maneiras como Deus os realizou e as bênçãos que os acompanharam. (more…)

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  • Leituras Bíblicas Diárias 51 (II Pedro 1.1 a 2.22)

    “Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado crescimento para salvação” (I Pe 2.2)

    Domingo – II Pe 1.1-7. Costumamos pedir a Deus coisas materiais e saúde. Certo (Mt 6.11). Mas nesta passagem Pedro refere-se às doações divinas que conduzem à vida e à piedade (v.3), e promessas cujo propósito é fazer-nos “co-participantes da natureza divina” (restaurar a imagem de Deus em nós). Sendo assim, Pedro recomenda que, com diligência (zelo, esforço), cresçamos sempre nas virtudes cristãs. Grife as que ele menciona nos vs. 5-7. Essas virtudes têm aumentado em você?

    Segunda – II Pe 1.8-11. Se desenvolvermos as virtudes referidas nos vs.5-7, não seremos “nem inativos, nem infrutuosos” (v.8). Se não as temos, então somos cegos e ingratos (v.9). Deus, é claro, sabe com certeza quem ele chamou e elegeu (II Tm 2.19); nós é que nem sempre temos certeza. Nosso chamado e eleição se confirmam em nosso coração na medida em que crescemos na prática das virtudes referidas acima, por obra do Espírito Santo (v.10. Ver I Jo 3.10 e 14).

    Terça – II Pe 1.12-15. Tudo isto que temos dito é tão importante que Pedro, sabendo que estava vivendo seus últimos dias na terra (“neste tabernáculo”), ainda se preocupa e se ocupa com o crescimento e aperfeiçoamento dos cristãos, em toda parte; faz de tudo para mantê-los lembrados “destas coisas”. Com que nos ocuparíamos prioritariamente se soubéssemos que temos poucos dias ou meses de vida neste mundo?

    Quarta – II Pe 1.16-21. Pedro exalta a Palavra de Deus, que ele e outros apóstolos têm pregado. Ela não é invenção; eles foram testemunhas oculares dos fatos; além disso, as Escrituras foram inspiradas, dadas por Deus através do Espírito Santo. Note a recomendação e comparação do v.19. Atendemos à pregação da Palavra?

    Quinta – II Pe 2.1-6. Séria advertência contra os falsos profetas e falsos mestres (1-3). Parece até que está falando de alguns líderes “evangélicos” de hoje… Deus os julgará, certamente, como julgou e condenou os anjos que pecaram, a geração de Noé, que não se arrependeu, e os libertinos de Sodoma e Gomorra. Os anjos caídos, mencionados no v.4, diferentemente do diabo e seus demônios, estão aprisionados, aguardando o juízo final. Pecado é coisa séria. A doutrinação falsa, distorcida, também!

    Sexta - II Pe 2.7-9. Ao mencionar o juízo e a condenação que caiu sobre os libertinos de Sodoma e Gomorra, Pedro ressalva que Deus “livrou o justo Ló” que vivia entre eles e angustiava-se com a iniqüidade deles (ver Sl 119.136). Verso 9 não significa que o justo não passa por provações (ver Jo 16.33), mas, sim, que o Senhor o livrará, lhe dará uma saída e a vitória. Ver Sl 41.3.

    Sábado – II Pe 2.10-22. Pedro, como Ló (vs.7-8), parece bastante atormentado e indignado com as “imundas paixões”, arrogância, atrevimento, insubmissão, luxúria etc de alguns dos seus contemporâneos. Ele não poupa palavras. Quer mesmo alertar seus leitores contra os tais. Vs. 20-22 parecem indicar que os tais tinham experimentado o evangelho, mas se desviaram. V. 22 é terrível!

    Pr. Éber César

    Alegria no céu!

    No domingo, 13/07, a Igreja Luz do Mundo recebeu, com grande alegria e gratidão a Deus, 4 novos membros, adolescentes entre 14 e 17 anos. São de famílias que têm vivenciado circunstâncias muito difíceis, mas a graça de Deus e o poder do evangelho têm feito diferença nestas jovens vidas. Eles começaram freqüentando nossas Escolas Bíblicas de Férias (Colônias de Férias) e recentemente fizeram, com o pastor e sua esposa, os Estudos Bíblicos preparatórios para a profissão de fé e batismo. Jesus disse que há júbilo no céu quando um pecador se arrepende… Certamente, os céus se alegraram conosco neste domingo!. Louvado seja Deus! Veja as fotos.

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  • QUEM SOMOS?

    Somos uma igreja comprometida com o Senhor Jesus e com o seu evangelho. Historicamente somos “filhos” da Reforma Protestante do século XVI e Presbiterianos, sob a jurisdição da Igreja Presbiteriana do Brasil, presente no país desde 1859.

    O nome desta igreja baseia-se nas seguintes palavras de Jesus: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida” (João 8.12); e também: “Vós sois a luz do mundo... Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5.14-16).

    Com o auxílio do Espírito Santo, queremos ser, de fato e de verdade, LUZ DO MUNDO, ajudando pessoas a encontrarem a luz de Cristo.

    Visite a Igreja Presbiteriana Luz do Mundo, uma igreja informal e acolhedora. Você e os seus familiares serão sempre muito bem-vindos.


    CONVITE: