Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ
28 Jul
Percorrendo a história bíblica, estamos conhecendo o padrão bíblic
o de avivamento. Na mensagem anterior, comentamos o avivamento da família de Jacó, que, conquanto tenha durado pouco, serviu para preservar a descendência de Abraão, o povo eleito. Vimos que os chefes de família devem exercer uma liderança firme e espiritual. Isto é muito importante para o avivamento da família e, então, da comunidade maior.
1. Israel no Egito.
Jacó e seus filhos tinham descido ao Egito. Por esse tempo, José era o líder, o homem que Deus usou não somente para salvar a vida do seu povo, mas também para conservar acesa a chama do avivamento, a fé no Deus de Israel (Gn 45.7). (more…)
25 Jul
Domingo – II Pe 3.1-3. Pedro escreveu duas epístolas para “despertar com lembranças” os seus leitores cristãos (ver 1.12,15). Achava essencial que se lembrassem sempre dos ensinos dos profetas (Velho Testamento), do Senhor (Evangelhos) e dos apóstolos (restante do Novo testamento). Tomamos tempo para estudar a Bíblia e, então, recordar? Ver Sl 119.11,97-105.
Segunda – II Pe 3.3-13. Externando seu desejo de que os cristãos em toda parte se lembrassem dos ensinos bíblicos, Pedro menciona um em especial: as profecias referentes aos “últimos dias”, à volta de Cristo, à destruição deste mundo e criação de “novos céus e nova terra”. Lembrar Is 65.17; 66.22; Rm 8.18-24; Ap 21.1.
Terça – II Pe 3.3-13 de novo. Observe: (1) a resposta de Pedro aos que escarneciam desta esperança (vs.3-8); (2) a razão da aparente demora da volta de Cristo (v.9); (3) o elemento surpresa, “virá como ladrão” (v. 10a); (4) a necessidade de estarmos preparados, vivendo vidas santas (v.11 com I Pe 1.16-17).
Quarta – II Pe 3.14-17. Como no v.11, aqui, outra vez, Pedro exorta os cristãos a viverem uma vida santa, tendo em vista a volta de Cristo (v.14. Ver Tt 2.11-13). O apóstolo também adverte contra os que deturpam as Escrituras, enganam os crentes e os desviam da fé (vs.16-17).
Quinta – II Pe 3.18. É preciso crescer na graça e no conhecimento do Senhor… (v.18). Como? Para mencionar pouca coisa: (1) Estudar e lembrar sempre os ensinos bíblicos sobre a graça de Deus (misericórdia imerecida) (Ef 2.8; Tt 2.11); (2) depender da graça (I Co 15.10), (3) aplicar o conceito da graça sempre que tiver que avaliar procedimentos e situações (At 11.23); (2) estudar a vida e os ensinos de Cristo nos evangelhos, assim como as doutrinas afins, nas epístolas; (3) participar, com o povo de Deus, dos cultos de adoração e pregação da Palavra, bem como dos sacramentos (At 2.42) .
Pr. Éber Lenz César
22 Jul
Problemas Emocionais! Quem não os tem? Ansiedade, então! Mas a Bíblia tem respostas. Para entendê-las e aplicá-las melhor, precisamos rever nossos conceitos de Deus, de paz e de santidade.
Sobre o conceito de Deus, frisamos que o chamado “temor do Senhor” não anula a possibilidade de intimidade com o Senhor, pois ele é Pai amoroso e Pastor cuidadoso. Podemos e devemos “derramar o coração” diante dele quando aflitos, ansiosos ou angustiados, na certeza de que ele nos socorrerá e nos dará da sua paz (Fp 4.6-7).
Conceito de paz.
Mas como é essa paz? Uma idéia errada a respeito gerará frustrações. As coisas não acontecerão como o esperado, e seremos levados a pensar que Deus não cumpre suas promessas ou que a vida cristã, afinal, não é um “mar de rosas”.
Com razão, gostamos de orações como esta: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti” (Is 26.3). Ou de promessas como esta de Jesus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou… Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Todavia, a paz que Deus não é como uma estrada pavimentada com pétalas de rosas…
Não é indiferença e passividade. É certeza que inclui preocupação, pré-ocupação com necessidades e responsabilidades futuras.
Não é resignação irremediável. É certeza que inclui indignação contra toda maldade e injustiça que se interpõem nos caminhos de Deus.
Não é autocomplacência. É certeza que inclui o senso de autocrítica. Sim, porque, complacentes, privamo-nos da paz de Deus permanecendo no erro e no pecado.
A preocupação, a indignação e a ato-crítica perturbam, angustiam às vezes! Mas são necessárias. O mesmo Paulo que garantiu: “… a paz de Deus… guardará a vosso coração e a vossa mente”, exortou: “…desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” ( Fp 2.12).
Paz adversidade.
Horácio Spofford, rico advogado, filho espiritual de D. Moody, presenteou a esposa e as quatro filhas com umas férias na Europa. A meio do oceano, o navio naufragou… Dias depois, Spofford recebeu um telegrama da esposa: “Somente eu sobrevivi” Ele foi buscar a esposa na Irlanda, para onde ela fora levada, quando resgatada. No meio do oceano, próximo ao local onde suas filhas e tantos outros tinham perdido a vida, Spofford, olhando para o mar, compôs este hino, que, hoje, é um dos mais apreciados no mundo evangélico:
Se paz a mais doce me deres gozar,
Se dor a mais forte sofrer,
Oh, seja o que for,Tu me fazes saber,
Que feliz com Jesus sempre sou!
Sou feliz! Com Jesus, meu Senhor!”…
Conceito de santidade.
Tendemos a pensar que os crentes mais espirituais ou santos nunca ficam ansiosos. E não ficam mesmo! Mas eles têm, sim, momentos de ansiedade! A diferença é que eles logo superam essa emoção com oração e confiança em Deus. Em seguida à luta, vêm a paz e tranqüilidade.
Examine estes exemplos bíblicos: Jó (Jó 1.8; 3.24-26); Elias (I Re 19.1-4); Pedro (Mt 14.25-32); Paulo (I Co 2.3; II Co 7.5).
E o que dizer de Jesus? Num texto muito discutido, vemos que, na noite anterior à sua crucificação, ele levou para o Getsêmani os seus discípulos mais íntimos e lhes disse: “A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo”. Em seguida, orando à parte, ele disse: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice…” (Mt 26.38). A angústia foi tal que ele transpirou sangue! (Ver Lc 12.50).
Que foi que o homem Jesus sentiu nessa noite terrível Tristeza, angústia, medo, ansiedade? Teólogos sérios como W. Strawson e O. Cullman entendem assim. Strawson justifica-se dizendo: “O indivíduo verdadeiramente cristão e corajoso vai em frente, a despeito do medo ou da ansiedade, confiando na poderosa ajuda do Senhor e trabalhando a própria mente e o próprio coração”.
O apóstolo Pedro escreveu: “Lancem sobre ele (Deus) toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (I Pe 5.7 NVI). Não podemos “lançar” o que não temos… Mas podemos “lançar” ou colocar diante de Deus a ansiedade que nos sobrevém e, então, confiar, descansar, ficar em paz. Leia outra vez Is 41.13 e Fp 4.6-7. São “comprimidos” espirituais para a ansiedade!
Pr. Éber Lenz César
Para ver o slides desta mensagem, clique aqui.
Para ver mensagem Ansiedade 3: Respostas Bíblicas (Fp 4), clique aqui.
21 Jul
Veja aqui as primeiras fotos da nossa Colônia de Férias, também chamada Esc
ola Bíblica de Férias, que começou nesta segunda-feira, dia 21, e se estenderá até a próxima sexta-feira, dia 25.
20 Jul
1. Líderes de Avivamento
A Bíblia tem um padrão de avivamento. Precisamos conhecê-lo e conduzir-nos por ele. O salmista orou: “Vivifica-me, Senhor, segundo a tua Palavra” (Sl 119.107). Com este objetivo, vamos repassar a história bíblica, muito resumidamente, destacando os períodos mais marcantes de crise e de avivamento, e observando as circunstâncias que tornaram os avivamentos necessários, os passos que os possibilitaram, as maneiras como Deus os realizou e as bênçãos que os acompanharam. (more…)
16 Jul
“Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele vos seja dado crescimento para salvação” (I Pe 2.2)
Domingo – II Pe 1.1-7. Costumamos pedir a Deus coisas materiais e saúde. Certo (Mt 6.11). Mas nesta passagem Pedro refere-se às doações divinas que conduzem à vida e à piedade (v.3), e promessas cujo propósito é fazer-nos “co-participantes da natureza divina” (restaurar a imagem de Deus em nós). Sendo assim, Pedro recomenda que, com diligência (zelo, esforço), cresçamos sempre nas virtudes cristãs. Grife as que ele menciona nos vs. 5-7. Essas virtudes têm aumentado em você?
Segunda – II Pe 1.8-11. Se desenvolvermos as virtudes referidas nos vs.5-7, não seremos “nem inativos, nem infrutuosos” (v.8). Se não as temos, então somos cegos e ingratos (v.9). Deus, é claro, sabe com certeza quem ele chamou e elegeu (II Tm 2.19); nós é que nem sempre temos certeza. Nosso chamado e eleição se confirmam em nosso coração na medida em que crescemos na prática das virtudes referidas acima, por obra do Espírito Santo (v.10. Ver I Jo 3.10 e 14).
Terça – II Pe 1.12-15. Tudo isto que temos dito é tão importante que Pedro, sabendo que estava vivendo seus últimos dias na terra (“neste tabernáculo”), ainda se preocupa e se ocupa com o crescimento e aperfeiçoamento dos cristãos, em toda parte; faz de tudo para mantê-los lembrados “destas coisas”. Com que nos ocuparíamos prioritariamente se soubéssemos que temos poucos dias ou meses de vida neste mundo?
Quarta – II Pe 1.16-21. Pedro exalta a Palavra de Deus, que ele e outros apóstolos têm pregado. Ela não é invenção; eles foram testemunhas oculares dos fatos; além disso, as Escrituras foram inspiradas, dadas por Deus através do Espírito Santo. Note a recomendação e comparação do v.19. Atendemos à pregação da Palavra?
Quinta – II Pe 2.1-6. Séria advertência contra os falsos profetas e falsos mestres (1-3). Parece até que está falando de alguns líderes “evangélicos” de hoje… Deus os julgará, certamente, como julgou e condenou os anjos que pecaram, a geração de Noé, que não se arrependeu, e os libertinos de Sodoma e Gomorra. Os anjos caídos, mencionados no v.4, diferentemente do diabo e seus demônios, estão aprisionados, aguardando o juízo final. Pecado é coisa séria. A doutrinação falsa, distorcida, também!
Sexta - II Pe 2.7-9. Ao mencionar o juízo e a condenação que caiu sobre os libertinos de Sodoma e Gomorra, Pedro ressalva que Deus “livrou o justo Ló” que vivia entre eles e angustiava-se com a iniqüidade deles (ver Sl 119.136). Verso 9 não significa que o justo não passa por provações (ver Jo 16.33), mas, sim, que o Senhor o livrará, lhe dará uma saída e a vitória. Ver Sl 41.3.
Sábado – II Pe 2.10-22. Pedro, como Ló (vs.7-8), parece bastante atormentado e indignado com as “imundas paixões”, arrogância, atrevimento, insubmissão, luxúria etc de alguns dos seus contemporâneos. Ele não poupa palavras. Quer mesmo alertar seus leitores contra os tais. Vs. 20-22 parecem indicar que os tais tinham experimentado o evangelho, mas se desviaram. V. 22 é terrível!
Pr. Éber César
14 Jul
No domingo, 13/07, a Igreja Luz do Mundo recebeu, com grande alegria e gratidão a Deus, 4 novos membros, adolescentes entre 14 e 17 anos. São de famílias que têm vivenciado circunstâncias muito difíceis, mas a graça de Deus e o poder do evangelho têm feito diferença nestas jovens vidas. Eles começaram freqüentando nossas Escolas Bíblicas de Férias (Colônias de Férias) e recentemente fizeram, com o pastor e sua esposa, os Estudos Bíblicos preparatórios para a profissão de fé e batismo. Jesus disse que há júbilo no céu quando um pecador se arrepende… Certamente, os céus se alegraram conosco neste domingo!. Louvado seja Deus! Veja as fotos.